No Aeroporto da Portela, que sorte começar o dia com a equipa do Benfica por ali...
Genebra, o famoso "jet d'eau" (a fonte mais potente da Europa e emblema de Genebra) e a bandeira do Cantão homónimo a que pertence.
A entrada na zona mais antiga da cidade com as belíssimas torres de relógios espalhadas por ali, deixando antever que estamos num país de fabrico destes magníficos mecanismos.
A entrada principal da Cathédrale St-Pierre, concluída em 1230 (com sucessivos acrescentos posteriores) e convertida em igreja protestante durante a reforma.
Num recanto :)
A sumptuosa decoração dos edifícios :)
O famoso relógio de flores à entrada do Jardin Anglais (nem é nada de especial...)
Depois do aeroporto, a 1ª viagem de comboio a sério...
...a caminho de Zermatt
:)
Numa paragem do comboio, dá vontade de ficar já ali :)
Não parece mesmo a estação da aldeia do Pai Natal? (só falta a neve...)
O comboio faz subidas incríveis. De facto estávamos a aumentar a altitude já que Zermatt é uma aldeia de montanha.
e por falar em altitude... aqui no teleférico para a base do Matterhorn, apreciando o altímetro da Swatch.
Perto do Matterhorn...
...e Zermatt lá em baixo, tão pequenino.
A mais emblemática montanha da Suiça, o Matterhorn com 4478 metros de altitude. Foi conquistado pela 1ª vez em 14 de Julho de 1865 por uma equipa liderada por Edward Whymper, onde 4 dos elementos da equipa perderam a vida. Uma vitória com sabor amargo.
Não há palavras que descrevam o que se sente quando se olha para esta montanha.
Neve molinha, quase parecia espuma :)
*no comment*
E a nossa felicidade por estar ali.
Nem sequer estava frio :)
aliás...estava calor. Porque não matar a sede?
É este o famoso Edward Whymper.
Numa montra de joalharia, um mecanismo King Size :) Tinha à volta de 50 cm de diâmetro.
A vista do nosso terraço no quarto do hotel :)
A bordo do famoso Glaciar Express que faz o trajecto Zermatt- St. Moritz/ Davos
É bonito, sim, sem dúvida, mas são tantas horas que é impossível não nos cansarmos.
O vale do Reno.
Um lago ainda gelado.
Os alpes tal e qual os imaginamos.
O comboio panorâmico.
Um dos muitos viadutos (este talvez o mais alto)
E cá está... a Verdadeira e Autêntica aldeia da Heidi. Foi aqui que foi filmado o original.
A estação da Heidi :)
A igrejinha da Heidi (é tudo da heidi, hihihi)
E novamente as neves eternas ao fundo...
...a aproximarem-se. Estivémos em St. Moritz que nesta altura do ano (Maio) é triste e sem vida. Não gostámos particularmente mas admitimos que no Inverno seja completamente diferente. Nota-se, contudo, que estamos em paragens luxuosas, pelas lojas caras de marcas internacionais e pela ausência da loja corriqueira de turista: o único sítio onde se podem comprar postais é no Kiosk, um franchising presente nas principais estações de transportes públicos.
No Bernina Express, outro comboio famoso pelo seu precurso entre montanhas e vales.
Um lago cuja cor da água se deve ao degelo- o Lago Bianco.
O aspecto leitoso faz-nos arrepiar ao pensar nas temperaturas daquelas águas calmas
E ao fundo um glaciar.
A extensão das carruagens é impressionante.
Ainda o Lago Bianco...
...pois o precurso do comboio está especialmente concebido para turismo e chega a dar várias voltas ao mesmo local para que possamos apreciar a paisagem.
O ponto da vista mais desafogada do glaciar.
glaciar- conjunto de massas de gelo antigas que se encontram em movimento. É aquela zona com aspecto de rio gelado.
A beira deste lago, alimentado por um fio de água do degelo, havia uma apetecível casinha.
É impressionante o tamanho destas montanhas, aqui imperceptível pela ausência de pontos de referência.
e qual não é o nosso espanto quando vimos uma pessoa banhar-se nas águas certamente geladas deste lago???
Uma estação que serve a zona da Passagem de Bernina.
Mais uma vez contornámos o lago por várias vezes...
...e o glaciar também...
Mais um viaduto.
Lago de Poschiavo, a última povoação antes de entrarmos em Itália.
Parece inacreditável... já vimos uma pista de avião atravessar uma estrada (em Gibraltar), mas aqui vimos um carril que percorre uma rua da pequena vila. Verdade. O comboio anda a par com os carros no meio da estrada.
OUtro viaduto, desta feita uma obra da engenharia. Aqui o carril faz um 8 por forma a permitir a descida íngreme sem recurso a mecanismos auxiliares. Resta acrescentar que esta é uma linha de altitude, com inclinações únicas no mundo dos carris ferroviarios.
Na imagem anterior passámos por cima do viaduto, aqui vamos passar por baixo do mesmo.
Em Tirano, Itália. Detestámos esta terra e para quem tem a mania que a Suiça é caro...fiquem sabendo, foi aqui que consumimos o almoço mais caro destes dias. Ponto positivo: rebuçados de ervas alpinas.
Em Lugano, nas margens do Lago Lugano com o Monte San Salvatore ao fundo.
E o Filipe com o Monte Bré por trás... os dois montes que aninham a cidade nas margens do lago.
Após tomarmos o Wilhelm Tell Express esperávamos em Flüelen para embarcar num cruzeiro até Lucerna. Os patos. habituados que estão às pessoas, andam por ali alheios a tudo.
Já a bordo do barco a vapor.
É bom fazer esta viagem...
...e apreciar as paisagens calmas que encontramos pelo caminho até Lucerna.
As imensas casas nas margens do lago.
O charme dos hoteis
O balcão do barco, na zona de 1ª classe, onde almoçámos um apetitoso bife de perú com molho de cogumelos.
São inúmeras as aldeis ao longo do Lago Lucerna.
Este lago é o quarto maior do país e tem uma área total de 114 quilómetros quadrados. A sua profundidade máxima é de 214 metros.
Resorts como este são inúmeros ao longo das margens...
A quantidade de portos particulares e de barcos é imensa, já que esta constitui a melhor e mais rápida forma de percorrer os quilómetros que separam umas cidades das outras nas margens.
Por incrível que pareça, esta é das zonas mais planas nas margens. Por vezes mais parece que estamos nos fiordes nórdicos.
Digam lá, não gostavam de ter assim um chalezito de férias?
Esta estação serve a montanha por trás. Vários metros acima encontra-se a aldeia em si, que utiliza uma cremalheira para fazer o precurso entre aldeia-estação fluvial.
O aspecto dos barcos que fazem "a carreira". Faz-nos lembrar o Tom Sawyer :)
E a chegada a Lucerna...
...uma primeira vista sobre a cidade.
Já em Lucerna, na Spreuerbrücke.
A Spreuerbrücke é uma ponte coberta em madeira, pedonal apenas, que liga as duas margens do Rio Reuss no extremo ocidental.
O tecto da ponte está revestido de painéis pintados por Kaspar Meglinger, retratando uma Dança dos Mortos.
Da ponte Spreuerbrücke, avista-se a Kappellbrücke.
E eu quis fazer parte da paisagem :D
As docas...com Classe. ;)
Na Kappellbrücke, a Wasserturm (Torre da Água), uma construção octogonal que serviu como farol, prisão e casa do tesouro.
A ponte atravessa o rio na diagonal e fazia parte das muralhas da cidade.
Como curiosidade, saibam que não podem passar cães na ponte (pois a urina danifica a madeira) e é absolutamente proibido fumar pois a ponte foi parcialmente destruida em 1993 por um incêndio. É a mais antiga ponte de madeira na Europa.
Uma loja de doces, comum neste país (porque será???) ;)
Mnham mnham....
As decorações na arquitectura da cidade.
E claro, a torre do relógio (uma das).
Mais decorações...
...e mais...
Ao pôr-do-Sol. A luz é fantástica.
E o rio cujo fundo se via durante o dia torna-se mais assustador.
De volta à Suiça ocidental...
No Golden Pass Line. Descobrimos que os suiços lá acharam que nomes finos e chiques nos comboios eram a galinha dos ovos de ouro. É um comboio normalissimo, pejado de gente mas com um nome que faz parecer algo especial.
Por brincadeira alguém construiu um ferrocarril em miniatura perto do carril a sério.
Quando a Natureza se torna um empecilho, dá-se o jeito...
A zona das vacas... e mais vacas... (daí as pastagens)
E também da agricultura.
Em Interlaken (quanto a mim a Sintra suiça), num pretenso jardim zen.
Mas que é bonito, é.
Gstaad... Gente fina é outra coisa! Para quem pensa que St. Moritz é o supra-sumo da elite mundial do ski, desenganem-se. Aqui é que é!
A Suiça dos nossos sonhos :)
A rosácea da Catedral de Lausanne, unica no mundo pela temática abordada.
Uma panorâmica sobre Lausanne.
A zona mais antiga da cidade é muito bonita, muito ao estilo francês mas de menor tamanho, como se o francês fosse modesto.
Um adorno na fonte.
E outro adorno na fachada.
Por fim...a hora de regressar.