Foto inicial em Boa Esperança. Minas são muitas, quantas você conhece?
Pesaaaaado... rs.
A dupla de dois.
Sombras das magrelas.
Andreza e sua bike.
Marcelino.
Ronaldo.
Marcelino no restaurante O PASSO em Ouro Preto.
Andreza no restaurante O PASSO em Ouro Preto.
Ronaldo no restaurante O PASSO em Ouro Preto.
Comprar vinho que é bom nada.
Confraternização entre os Figueiredos.
Confraternização da equipe.
Lugar pitoresco e aconhegante.
Marcelino desgustando um espaguete com carne seca e banana.
Andreza degustando uma deliciosa pizza.
Delícia.
Dorme nenem senão a cuca vem pegar, pai foi na roça, mãe blá, blá, blá...
Pousada dos Bandeirantes.
Ladeira no começo do pedal é foda.
Café reforçado.
Foto oficial do ínicio do pedal na Praça Tiradentes em Ouro Preto. Minas são muitas, quantas você conhece?
Saída para terra sentido São Bartolomeu e Glaura. Iron Biker.
Final da primeira grande subida.
Agora vem um descidão.
Lindo caminho.
Reparem as samanbaias.
Chegando em São Bartolomeu.
Na igreja de São Bartolomeu.
A mesma.
Água cristalina jorrando na praça.
Seu Vicente e o velho chafariz.
Igreja em Glaura distrito de Ouro Preto.
Olha o postinho aí gente.
Longas subidas. Até Glaura 30km e 1.000 de ascendência.
Estamos aqui.
Informações sobre a região, indica a quilometragem de origem e destino além da altitude. Grande sacada.
No tubes funcionou muito bem, mesmo em furo grande.
Mais trabalho para no tubes.
Coca gelada na cidade Engenheiro Correia.
Delícia de almoço e os melhores ovos fritos da viagem. Caipira é claro.
Em Miguel Brumier. Dá-lhe minério de ferro.
Miguel Brumier.
Linda represa sentido Lobo Leite.
Foto com a ferroviaria ao fundo.
Imundos em Lobo Leite. Foto do menino Vitor.
Ainda em Lobo Leite. Depois vem um subidão.
Sujos e felizes em Congonhas.
Marcelino, Cristian e Ronaldo. Cristian, ciclista de 16 anos, apareceu quando estavámos perdidos e nos acompanhou até Congonhas.
Foto próximo a Basílica.
Andreza e Ronaldo com a Basílica ao fundo.
Basília de Congonhas. Sonho realizado.
Show.
Basílica de Bom Jesus do Matozinhos
Em Alto Maranhão.
Rumo a Peregui.
O apoio atento.
Chegada em Pequeri. O apoio seguiu por asfalto e a dupla por mais 2 single tracks incríveis.
Tótem em Peregui indicando o ínicio da trilha.
2.o Dia em São Brás do Suaçui. Dormimos muito bem na Pousada Quinca.
Entre Rios de Minas sentido Casa Grande.
Estamos aqui. Reparem que a marcação em vermelho indica o local que estamos no mapa.
Subidas e descidas do caminho.
Serra Camapuã. Passamos também que vilarejo com o mesmo nome.
Tótem e a teia de aranha.
Solo arenoso e muito estradão até Casa Grande.
Linda igreja em Lagoa Dourada, famosa pelos rocamboles.
Mais uma igreja de Lagoa Dourada.
Mais uma igreja de Lagoa Dourada. São preciosidades.
Enfim, mais um single track sensacional de Lagoa Dourada até Prados. 19km puxados.
Single track inclinado e cheio de valas. Piora ou melhora mais em baixo. Show.
E não é que o tótem estava lá. Escondido na capituva.
Estavamos no caminho certo. Valeu "totinho".
Opa, brejo.
Mole para o Marcelino, seguindo em frente.
Mais uma sessão de single track, agora em subida.
Faltava single track na mata.
Agora não falta mais.
Sem palavras para comentar.
E a mata foi fechando.
E fechou. Segura peão.
A ponte caiu e construiram uma de madeira.
Pão com mortadela tava uma delícia.
Olha a estrutura da ponte. Toras de 26 metros.
Dupla em Prados.
Agora com as meninas que brincavam na praça.
3.o dia na Pousada Cipo Arte em Bichinho. Simplesmente maravilhosa.
Pousada Cipo Arte em Bichinho. Arte pura.
Pousada Cipo Arte em Bichinho. Um sonho de pousada.
O seu Mauro, proprietário, construiu junto com sua esposa. Ele foi o pedreiro, o jardineiro e o artesão do local. Etá homem "ideieiro".
E olha que ele era caminhoneiro. Puro talento.
Reparem o olhar do artista.
Coqueiro de metal.
Dinossauro de cipó.
Ótima dica.
Não olha assim para mim bichano.
E a avestruz.
Reparem a mesa com pés de troncos torcidos.
Mini cachoeira no fundo.
Cuidado com a digestão bichano, este é puro para digerir, rs.
Este também.
Café colonial.
Impossivel não fotografar o local.
Lindo.
Cheio de idéias.
Enfim a partida para o 3.o dia de pedal.
Tchau Bichinho, já estou com saudades.
Rumo a Tiradentes com a Serra de São José ao fundo.
Na estação ferroviária em Tiradentes.
Single-track pela linha de trem de Tiradentes até São João Del Rei. 15 km.
Pontilhão no caminho.
Prosa com os funcionários.
Show de pedal.
Em São Sebastião da Vitória. Dica: Lanchonete Parada Real, delícia de suco e pão-de-queijo.
Rumo a Caquende.
Paisagens belíssimas.
Represa de Itutinga ao fundo.
Igrejinha em Caquende.
Andreza, apoio nipo brasileiro.
Golfssauro aguardando a balsa.
Deu tempo para um mergulho. O dia estava quente.
Na balsa do Seu Francisco.
Parece um pedalinho motorizado.
Até parece que estava pedalando, rs.
Marcelino e sua specialize, dupla perfeita.
Mapa da região de Carrancas estampado na balsa.
Chegada em Capela do Saco.
Encontramos o Seu Zico. 78 anos de pura vitalidade.
Olha o mapa que o Seu Zico nos ajudou a desenhar.
Marcelino na Capela do Saco.
Ronaldo com a igreja de Capela do Saco.
Paisagem de tirar o fôlego rumo a serra de Carrancas.
Mata-sauro tira embalo. Inúmeros desde São Sebastião da Vitória até Carrancas.
Linda paisagem.
Divisão do caminho. Carro para a direita sentido asfalto e bikers a esquerda sentido Serra Cruz das Almas.
Apoio sempre ligado. Farol para os intrépidos. A possibilidade de chegada no escuro era grande.
Lindo por-do-sol.
Com a Serra de Carrancas ao fundo.
Piso pesado. Muito giro e pouco deslocamento.
Rumo da Serra Cruz das Almas. Nome dado após a morte de 2 caçadores. Se mataram por causa de uma discussão tola.
Subidão ferrado.
A moda São Tomé das Letras.
Um palmo de areia no caminho.
E o sol se foi.
Em cima da serra. Chegamos em Carrancas às 18h.
4.o dia em frente a Pousada Roda Viva. Silas, Ronaldo, Clevinho e Marcelino.
Sentido Fazenda Traituba.
Giro constante.
Silas começa o caminho real. Repare a indicação no mapa. Está descendo.
Silas e Ronaldo.
Mais uma tomada.
Foto perfeita.
Marcelino e Ronaldo com a fazenda Traituba ao fundo.
Vamos conhecê-la.
5 metros de pé direito.
Foto da varanda.
Fogão a lenha.
Telefone jurássico.
Espigarda de matar viado na curva. Cuidado!!! rs.
Não deu para colocar todo o casarão na foto. Imenso.
Ronaldo com uma linda cachoeira ao fundo.
Rumo a Cruzilia.
Depois do rango no restaurante Castelinho em Cruzilia.
Rumo a Baependi.
Caminho lindo.
Baependi ao fundo. Muito calor neste dia.
Marcelino e as montanhas das gerais ao fundo.
Show de imagens.
Hotel Imperial em São Lourenço.
5.o dia - Hotel Imperial em São Lourenço.
Já saimos por trilha depois da rodoviária.
Serpenteamos montanhas.
Passamos por pinguela. Seguuuura...
Cruzamos fazendas.
Reabastecemos as caramanholas, rs.
Chegamos em Pouso Alto.
Agora em São Sebastião do Rio Verde.
A ponte caiu e tivemos que pegar a alternativa.
Bicoitão na padaria Nogueira.
Marcelino sob o rio verde. Uma constante neste pedal.
Ronaldo e sua magrela rumo a Capivari.
Depois de Capivari, Seguimos para 2 Pontes, Biribiria e Itamonte. Depois sentido Itanhandu. Foto com Itamonte ao fundo.
Mais uma.
Estamos no caminho certo.
Chegando em Itanhandu.
Fomos até Passa Quatro pela linha do trem. Encontramos Alessandro da loja Harpia que desenhou um mapa para o resto do trajeto. Obrigado amigo.
Trio afiado.
Continuamos pela linha do trem.
Ora de um lado da linha.
Ora do outro lado.
Repare no falcão passado no momento do click. Show.
Começou uma leve chuva.
Chegando na estação próxima a Garganta do Embau.
Muito escorregadio.
Primos figueiredo na estação ferroviária em Passa Quatro.
Silas e Ronaldo na estação ferroviária em Passa Quatro.
Olha o túnel aí.
Entrada do túnel. 997 metros de extensão.
Acordamos o sapo.
Experiência inédita.
Gotinhas de água caem do teto.
Saída do túnel.
Opa mais uma.
Tótens não instalados.
Silas.
Forte névoa.
Descida da serra por trilha. Muito técnico.
A foto não demonstra a inclinação. Descida íngreme e escorregiada até o asfalto próxima a Cruzeiro.
Resultado, uma felicidade total.
14 km até Cruzeiro. Chegamos com uma forte chuva. Foi legal, pedalamos forte e limpou as magrelas.
No restaurante Tulipas em Cruzeiro a merecida comemoração.
Marcelino e seu segredo para pedalar forte. Ovos e mais ovos.
Um enorme omelete para começar.
Felicidade pelo sucesso no pedal.
Macaquices.
Caratas.
Soninho.
Amizade.
Foto com o João da tapeçaria do RONAAALDO.
Olha a tapeçaria do Ronaaaaldo em frente ao hotel Brasil onde pernoitamos.
Em Canas, agora falta pouco.
Asfalto sentido Cunha.
Lindas paisagens.
Abastecimento de água no caminho.
Divisão. Carro sentido São Luiz do Paraitinga e Ubatuba, bikers sentido Cunha.
Almoço rápido em Cunha. Silas foi o que mais comeu, como sempre, rs.
Marcelino rapando as panelas.
Saindo de Cunha.
Foto do caminho.
Dá-lhe subida da Serra Quebra Cangalha.
E sobe.
E tem cachoeira no caminho.
E mais cachoeira.
Olha um macaquinho ali.
Tótem com cachoeira ao fundo.
Fim do asfalto, agora o bicho vai pegar.
Divisão dos estados de SP e RJ.
Descida interditada para carros. Podemos chorar o bagaço.
Sebo nas canelas jurássicos.
Descida muito técnica e escorregadia.
Parada para um pastel de banana.
Primeira visão de Paraty e do Atlântico.
Parada para foto.
Fizemos amizades no caminho.
Marcelino também.
Chegada em Paraty.
Champanhe para comemorar.
Um brinde para as magrelas e golfssauro.
Último tótem.
Foto da pousada Paisagem em Paraty. Muito bonita.
Comemoração em um restaurante.
Festa do Divino em Paraty.
Festa do Divno em Paraty.
Teve show da Alcione, A Marrom.
Foto na pousada Paisagem em Paraty. Muito bonita.
Foto da praia da fazenda em Ubatuba.
Curtimos um pouco de praia antes do retorno para Varginha.
Fechamento com chave de ouro. Tudo deu certo. Graças a Deus.
Minas são muitas, quantas você conhece? Próximo destino Caminho Novo - Ouro Preto até o Rio de Janeiro. Aguardem...