Por do Sol em nosso primeiro dia de viagem - Mato Grosso do Sul
Campos de soja (ou sorgo) a perder de vista. Mato Grosso
O grande Rio Coxim - Coxim, Mato Grosso do Sul
Infinitos caminhões transportam grãos. Estrada próxima à cidade de Sonora - Mato Grosso
Quase chegando ao sumidouro do rio Itiquira. Foi uma passagem pesada, péssima e não comentada. Atrás, pedra retirada do leito do rio Itiquira com candelabro e Nossa Senhora Aparecida (na parte de vidro). Sinalizam o caminho para a morte (se eu soubesse...)
Maeda busca informações sobre o sumidouro do rio Itiquira. Neste momento nos estão aconselhando a ir embora. O bicho é teimoso demais
Chapada dos Guimaraes - Estrada de Dom Aquino, logo após Rondonópolis - Mato Grosso
Chapada dos Guimaraes
Maeda faz o trabalho de antropólogo e conversa com local. Ponte sobre o rio Cuiabá
Rio Cuiabá, Norte do Mato Grosso
Triste visão. Tamanduás, Lobos-Guará, Tatus, Corujas, Cobras, Veados e toda sorte de animais silvestres brasileiros mortos nas estradas.
'Barzinho' em Barra do Bugres, norte do Mato Grosso.
Dou uma olhada na ponte e aproveito para tirar uma foto do Maeda. Reserva Indígena dos Parecis
Rio Papagaio - Reserva Indígena dos Parecis
Fim da tarde - Fronteira entre Mato Grosso e Rondonia
Achei este maracujá no meio do mato, em Rondônia. Próximo à cidade de Ariquemes. Lindo verde.
Igreja secular. Fica dentro do Ministério da Agricultura em Porto Velho, Rondônia
Poste na praça das 3 Caixas d' agua. Porto Velho, Rondonia
Todas estas cores para o mesmo fruto. É o fruto da Pupunha. Porto Velho, Rondonia
Depois de alguns mil quilometros, a caçamba não poderia estar melhor. Ainda mais depois de passar na reserva indigena dos Parecis (a terra mais fina do planeta, parece um talco). Maeda (de preto, a direita) se impressiona com os lugares onde a terra conseguiu entrar.
Esse cranio de jacaré é de verdade. Vejam a proporção com a cabeça do Maeda. Eu que nao queria estar la quando este bicho estava vivo.
Igreja fundada por volta de 1.600 em Porto Velho. Extremamente próxima às obras da nova Hidreletrica de Jirau (É o PAC do Lula alterando a Amazonia)
Equipe do Correio da Amazonia nos entrevistando. De verde, o Maeda.
Castanheira. Produzindo Castanhas do Pará para absolutamente todo o planeta Terra. Esta árvore deve ter uns bons 30 metros de altura
Estrada de terra que nos leva à Cachoeira do Teotonio. Porto Velho, Rondonia
Cachoeira do Teotonio em pleno rio Madeira. Devido ás obras do PAC (Hidreletrica de Sto Antonio), esta é a ultima vez que você a ve assim, como ela é. Triste.
Seu Zé tem um pequeno comércio às margens da cachoeira do Teotonio. Nos contou inumeras historias de pescadores que caíram dali e foram comidos por Candirus, rio abaixo. Sob o sol escaldante de Porto Velho, tem a Coca Cola mais gelada da regiao ( e é de garrafinha!)
Outro seu Zé. Por bastante tempo mateiro, hoje é conhecedor extremo da regiao. Trabalha e mora na area do ministerio da agricultura de Rondonia.
Um dos treminhões que ajudaram a lotar nossa balsa Porto Velho - Manaus, no porto do Hulk.
Maeda aguarda nossa balsa ser carregada e aproveita para tentar pegar um Candiru no rio Madeira
Palafitas à beira do Madeira
Candiru. Este peixe, uma verdadeira lenda da Amazonia e conhecido como Peixe Vampiro, pode literalmente comer uma pessoa por dentro. Extremamente perigoso
O sol pensa em descansar no rio Madeira. A Amazonia é um lugar unico.
Casa de ribeirinho flutua na imensidão do Madeira
Nascer do sol no rio Madeira. Indo de encontro ao rio Amazonias e no meio da selva Amazonica. A bordo do PAULAO II
Nascer do sol no rio Madeira. Indo de encontro ao rio Amazonias e no meio da selva Amazonica.
Nada como um bom café as 05AM para espantar o sono.
O magnifico rio Madeira acordando para mais um dia.
Maeda observa cuidadosamente o leito do Madeira. Linda paisagem
Na Amazonia, o transporte pesado é feito por água e não por terra.
O dia começa par o ribeirinho que mora no leito do Madeira
Rio Madeira
A densa floresta Amazônica ajuda a proteger o leito do Madeira
A corda
Áreas alagadas. E vem mais chuva pela frente
Maeda aproveita um momento de introspecção para registrar a viagem em sua Moleskine.
Monte Alegre! Nosso prático, substituto de capitão e segundo na hierarquia do barco. Pessoa boa, de pouca fala e ótimo sorriso.
Dou uma geral no mapa do Brasil. O celular ajuda a identificar onde exatamente estamos.
Monte Alegre governa a embarcação enquanto Baixinho, nosso comandante, descansa.
Baixinho relaxa com um grande Pirarucu
O Sol no Madeira
Casa de ribeirinho
O sol se prepara para descansar em nossa belíssima Amazônia
Nego Leo. Tripulante e bom amigo.
A floresta se prepara para dormir
Crepúsculo no Madeira
Simone. A mulher é realmente quem manda e desmanda nesta embarcação! :-)
Café, água e sol. Bom dia Madeira
Ribeirinho vem de encontro à embarcação para nos oferecer peixes.
Numa das maiores cheias Amazônicas de todos os tempos, o Madeira engole suas margens.
Índio nos brindou com uma grande variedade de peixes.
E vem mais água
O Madeira, já no limite, recebe mais água da natureza.
Água
E enquanto chove e chove, eu aproveito para escutar um pouco de música
Margens inundadas.
Margens Inundadas
Margens inundadas da floresta Amazonica
Um amigo que veio da mata.
Encontro de águas: Rio Madeira (Barrento) e Rio Amazonas (mais escuro)
Nossa embarcação diz Adeus ao Madeira e Olá ao Amazonas
'Mercearia' às margens do Amazonas
Rio Amazonas
Ribeirinhos no rio Amazonas
Ribeirinhos levam madeira - Rio Amazonas
Pescador - Rio Amazonas
Sede de Fazenda à beira do Amazonas
Eu, o Sol e o Amazonas
Embarcação descansa às margens do Amazonas, esperando sua próxima missão.
Casa fantasma - abandonada e sozinha, esquecida entre a Selva e o Rio
Família de ribeirinhos nos lembra como a vida de todos deveria ser.