No dia sete deste dezembro, Juliana, fã inveterada de chicletes Trident, estava partindo rumo à Florença, na Itália. Na noite anterior, me deparei com um presente que acreditei que seria sui generis.
Contei para ela, mas disse que só lhe entregaria o presente na sua volta do país em formato de bota. Ela sugeriu que eu tirasse fotos do presente, pois, afinal de contas, estava curiosa para saber o que era o regalo tão importante.
O meu sobrinho mais velho, Dani Urban, estava comigo e logo tiramos as primeiras fotos.
Acabamos nos empolgando com a história. E, por sugestão do próprio Dani, resolvemos levar o presente para passear pela cidade conosco. O que era uma brincadeira virou projeto: Projeto Presente Ju.
Este cidadão feliz aqui é o Dani, numa das primeiras fotos que fizemos. Em quatro dias, foram 1832 cliques. Destes, selecionamos pouco mais de 200, que aparecem nesta versão online, que a Ju recebe nesta antevéspera do Natal de 2007.
E este, atrás do presente, sou eu. As fotos que seguem foram tiradas por mim e pelo já não tão pequeno Dani, que se empolgou e acabou aprendendo a fotografar. Também contamos com a coloboração de amigos - como Thiago Guimarães, responsável por algumas das imagens.
Dia 1 - No seu primeiro passeio pela cidade, na quinta-feira, sete de dezembro, o presente parou na Neo Games, locadora de jogos na Padre Anchieta. Está é a primeira imagem da sessão "Onde está o Wally para dummies". Grau de dificuldade: mais fácil que mascar chicletes e andar de bicicleta ao mesmo tempo.
Aqui, o presente aparece reunido com alguns de seus colegas. Ouvi da própria Ju que ela tem um Trident na boca mesmo quando está em uma reunião de trabalho. E só descansa deles quando está dormindo.
Bem, logo nos demos conta que poderíamos convidar outras pessoas para interagir com o presente. Aqui aparece o dono da Neo Games, o primeiro de muitos que vão ter de nos desculpar, pois não recordamos seus nomes.
Maroto, o presente fez pose ao lado de uma bicicleta parada em frente à Cinemateca da cidade, local de sua segunda visita no primeiro dia do projeto.
Na fachada da Cinemateca, a segunda foto da sessão "Onde está o Wally para dummies". Grau de dificuldade: mais duro do que foi achar o jacaré do Barigüi em 17 de julho de 1975, o dia da neve em Curitiba.
Aqui a resposta para o desafio da foto anterior.
Enquanto o presente se divertia, brincando de tobogã numa antiga câmera, Dani se posiciona fora do alcance do foco da câmera fotográfica.
O presente, sentando confortavelmente, aguarda o início da sessão de cinema.
O presente quis conferir de perto como é uma tela de cinema. Já o dedo é do Dani.
E sentiu-se em casa ao lado do extintor de incêndio.
Como já foi dito, o moço é maroto e não se conteve, invadindo a área restrita da Cinemateca em que apenas pessoas autorizadas podem entrar.
A área dá acesso à sala de projeção. Nesta imagem, o presente registra a sua façanha de entrar na área restrita.
Logo depois, passa a brincar inadvertidamente com os equipamentos.
"Ainda vão fazer um filme sobre mim", exclama, convicto, o presentável.
Presente posa em cima do que depois fiquei sabendo ser seu binóculos favorito.
Em cenas de perigo como esta, o ideal seria usar um dublê.
Há controvérsias, mas diferentes fontes sugeriram que ele estaria com alta dosagem alcoólica no sangue quando ameaçou invadir o banheiro feminino.
Aqui, o presente posa para a foto como se estivesse fazendo xixi.
Ainda no bebedouro, mas agora em outra posição, o presente brinca mais uma vez de fazer xixi.
O presente fez questão de posar ao lado do nome de sua cidade.
Fazendo amigos: junto com o responsável pela bilheteria na Cinemateca.
Aqui, posa na mão direita de uma estudante de Letras da Federal. Pouco depois, viu a ponta da menina num dos curtas exibidos. - p.s: estes dois últimos se enquandram na categoria "tiramos sua foto, mas esquecemos de perguntar o seu nome, ou perguntamos seu nome e equecemos depois". Sempre que possível, tentaremos identificar os fotografados, sejam eles anônimos, amigos ou famosos. p.s2: a jovem acessou o projeto e contou-nos seu nome: Marilia.
Legendas, muitas vezes, são desnecessárias. A brincadeira é de Dani Urban, também autor da próxima foto...
...que registra a sua própria carteira ao lado do presente em sua primeira experiência com flash.
Pela primeira vez diante do olhar de um fotógrafo, o presente revela o seu fundilho.
A programação do primeiro dia foi extensa. Depois da Cinemateca, o presente foi visitar a Tia Nuca. Quem nos recebeu foi Nelson, que trabalha no prédio há mais de dez anos.
Passeio no elevador importado da Rússia. No quadro vermelho, o aviso em russo sugere não ser uma boa idéia abrir a porta em movimento.
Fotográfo ruim registra o momento em que o presentável tentava sem sucesso apertar o botão do elevador. Neste mesmo espaço (hall do andar da Tia Nuca), este que vos escreve, aos quatro anos, tentou chamar o elevador de uma forma alternativa. Aos berros, exclamava: "Elevador! Elevador!". Gargalhando, a cientista de abelhas Tia Nuca, que havia feito o pedido para que eu chamasse o elevador, disse que, daquele jeito, não daria certo.
Casa da Tia Nuca é um zoológico de animais de pano, pelúcia e pintados nas dezenas de quadros de sua própria autoria.
Estes insistiram em sair na foto. Em sua defesa, disseram: "Nossas cores combinam".
O presente posa com um dos quadros de autoria de Danuncia Urban, mais conhecida como Tia Nuca.
Em clima de paz, estes bichinhos estavam tranquilos para tirar a foto.
Pouco depois, o clima ficou tenso quando a rena disse: "É meu, é meu". Por muito pouco, não saiu sangue dos pequenos de pelúcia.
Oncinha meiga brinca de travesseiro com o presente.
Com luz direta, que imita as de estúdios fotográficos, fizemos um book do presente com bichos fofos. Nesta ao lado do tigroso Tigre.
O sr. Onço ficou envergonhado, mas adorou participar.
Um pitbul simpático em formato pelúcia.
O olhar tenro da mamãe Cão conquistou os presentes.
Reza a lenda que ela teria dado a luz aos seus cinco pequenos e ao presente.
Família reunida.
Cores imagens, flores.
O flash faz a diferença e, por isso mesmo, o evitamos. Fica aqui a excessão.
Ao lado da turma da bagunça.
A arara estava pouco falante e não quis nos contar seu nome.
Já o elefante estava dormindo. Descobrimos que Formiga é o seu nome.
Aqui o Sussis faz pose com o presente nas costas.
Trigo, o filho do Tigre, prometeu levar o presente para surfar nos mares africanos.
A rapariga portuguesa também topou participar.
Famoso, o personagem da Disney ficou preocupado se sua imagem não seria usada para fins publicitários. "Não", respondemos.
A Abelhatleta mostra a sua simpatia.
O Gansoguei também aceito tirar a foto, mas com a condição de que não aparecesse o seu rosto.
O Furbis, um furbie, quis dar destaque aos seus olhos verdes.
Leaõzinho, da música de Caetano, dá o seu tchau.
Festa na cozinha da Tia Nuca: turma reunida na geladeira.
Como já foi dito, em cenas de perigo o melhor seria usar um dublê. Será que alguém vai fazer algo pela segurança de nosso querido presentável?
Aqui o presente disfruta do conforto e da vista proporcionados por um elevador panorâmico.
Nesta ele aparece preso pela magneticidade, palavra que, segundo o Aurélio, não existe. Observe os cameos de famosos, como Igor, na foto acima e à esquerda.
Outro sonho do presente é o de aprender a tocar piano num curitibano Essenfelder.
Fotogênico e fotomaníaco, quis aparecer mesmo em cima de um vaso sanitário. "É super-fashion", diz o pequenino presente.
Da sessão "There are special people in the world": Tia Nuca e o espelho que já foi palco de divertidos ensaios.
Da sessão "Onde está o Wally para dummies". Grau de dificuldade: tente os livro do Wally antes de tentar esta.
Da sessão "Onde está o Wally para dummies". Grau de dificuldade: 03.
Dú recentemente voltou da Itália. Anda dizendo que trocaria o Playstation 3 que trouxe de lá por um presente tão simpático. Também anda dizendo que gostaria de não ter utilizado a passagem de volta.
"The Amazing Trident™ Levitation", pelo mágico da biotecnologia, JM.
Mais uma da série "The Amazing Trident™ Levitation", do mágico da biotecnologia, JM. - p.s: as fotos de Dú e JM foram tiradas na minha casa e encerram a programação do Dia 1.
Dia 2 - No segundo dia dessa aventura, o sábado, 08 de dezembro, o presente resolveu fazer uma visita à festa "Não bata cabeça à toa", do terreiro do Pai Maneco. Como não deixamos o Bruno abrir a embalagem, ele resoveu mordê-la.
Para evitar que outros o colocasse na boca, Thiago Guimarães o colocou entre os dedos do pé.
Todo o charme de Camila Guimarães.
A fotógrafa Lucília Guimarães: família em peso.
O mistério de Ana Tezza, filha do escritor Cristovão de mesmo sobrenome.
Mariana sugeriu: "Ih, a Ju não vai gostar...", mas, mesmo assim, sorriu e topou participar.
Kiko lembrou de seus tempos em que fora juiz de futebol.
Olívia Bolívia não estava muito disposta a fotografar. Quem deu o apoio foi Kiko, seu pai.
A força de Fernando.
O figuraça Farinha.
Luiza perguntou se poderia ser fotografada enquanto mostrava o dedo do meio.
Da sessão "Onde está o Wally para dummies". Grau de dificuldade: depende da pessoa que está olhando.
João Lucas, que é de acordo com Thiago uma das pessoas mais geniais do planeta.
Caco deu uma pausa nas suas atividades de organizar a venda de bilhetes na festa para participar do Projeto Presente Ju.
Ângela, a Angelinha, e sua simpatia.
Todo o glamour de Berenice Urban, que fez questão de ser fotografada com seu mega óculos de lentes reflexivas. No reflexo, o fotógrafo e Thiago G.
Guli não entendeu bem o porquê da foto, mas posou ao lado do presente.
Carol e seu pequeno óculos. Será maior que o da Bere?
Dedê tentou comer o presente, mas não conseguiu.
Ale e Bia: a turma da nova geração também quis participar.
Ogum e o presente.
Oxalá e o presente. foto de Thiago Guimarães
A banda do Farinha participa da sessão "Onde está o Wally para dummies". Grau de dificuldade: 2º.
Gilda, seu sorriso e o presente.
O casal Lu & João ficou tímido, mas demonstrou simpatia.
Kakáaaaaaaaaaa.
Camila também tentou sair de lado na foto.
Jussaro quis esconder o presente.
Jussaro escondendo um pouco menos o presente.
Seguindo a programação do Dia 2, o presente foi ao lançamento do DVD do IV Putz (www.putz.ufpr.br). Aqui, com a poderosa chefona do Putz, a jornalista Helena Santana.
Me pergunto o que o jovem e talentoso cineasta Fábio Allon estava escondendo.
Vanessa Roberta, da velha guarda do Putz, resolveu tirar a blusa e se vestir com a cortina para posar com o presente.
José Lázaro, seu namorado, acabou desmaiando com a idéia maluca de Vanessa.
Reanimado, Zé posou ao lado do quadro em que Vanessa fez questão de deixar o seu recado.
"A foto pode ser só dos meus pés?", perguntou Letícia Fontanella, putzniana e maníaca por organização.
Vermelho, a cor do tapete vermelho.
Brincando de escorregador.
Essa é mais uma arte do Dani, jogador de vídeo-game por excelência e o melhor goleiro que os gramados da cancha de sua escola viram nos últimos meses.
Dois bailarinos do Ballet do Rio de Janeiro disputaram no dente para ver quem sairia na foto. Eles foram uns dos pouquíssimos presentes na sessão de lançamento do DVD do IV Putz, promovida pelo Contramão (http://www.sintomnizado.com.br/contramao). Antes, nos perguntávamos se as mais de cem pessoas que viriam caberiam na sala para 20 pessoas da Cinevídeo (www.cinevideo.com.br). Como o público foi quatro pessoas. ainda sobraram alguns lugares.
Um gaúcho, uma das quatro pessoas do público, fez questão de tirar a foto do presente "com o melhor time do mundo". Este que vos escreve optou por não responder o comentário.
Na calçada da fama, o presente brilha ao lado da estrela de Marilyn.
Uma enorme seqüência de experimentos de Dani Urban, pequeno senhor de 13 anos.
Estas duas foram tiradas no caminho da Cinevídeo à casa do Murilo.
Esta e as próximas já são na casa de Murilo. Aqui acontecia a festa de despedida: Murilo e Hendryo estavam indo para a Argentina para fazer um trabalho que resultará em um livro que discute a questão da moradia no país vizinho. Nesta imagem, o presente tenta uma ligação para Florença, na Itália. Ninguém atendeu.
Até o celular quis tirar um pedaço.
Mais uma das folias de Dani.
E, claro, nem todas dão certo. Segundo o estudante de jornalismo Flávio, que resolveu ajudar o Dani nesta seqüência, era para parecer que o Guaraná estava entrado no presente.
Luciana Brito, estudante de jornalismo, radicaliza, e resolve comer presente com pão.
Para evitar acidentes, medidas foram finalmente providenciadas e um dublê foi contratado, Aqui, eles posam ao lado da cradencial do dublê.
Na primeira cena de ação, o dublê demonstrou perícia.
É incrível, mas desta o dublê escapou ileso.
Dublês agüentam no fogo por alguns bons minutos antes de derreter.
Falando em fogo, este é o apelido do sujeito dono deste cabelo. Sim, isto é uma cabeleira.
Da continuação da seqüencia das fotos de aventura feitas por Dani Urban com o dublê. Aqui, ele prestes a cair.
Aqui com o risco de ser enviado para qualquer lugar do planeta por correios.
Brincando de camaleão.
Secando depois da chuva.
Só o varal não adianta. Para secar de verdade somente com um bom ferro de passar presentes.
A modelo Natacha Gre na campanha para a nova coleção de celulares da linha Presente.
Murilo Wesolowicz, publicitário e cineasta, estava morto de fome antes da viagem à Argentina. Resolver comer dublê com ketchup.
Ednubia, a Edi, em uma das fotografias realizadas quando passou a ser hóspede do presídio do Ahú.
Mais uma da Edi com o seu número de registro de presos nas mãos.
Fogo, fotógrafo talentoso e dono daquele cabelo absurdo, aparece de novo.
A prima de Murilo achou que o presente já estava meio desgastado e com um grau de despojamento. O fotógrafo demonstrou inépcia e a foto ganhou mais luz artificialmente com a ajuda de softwares.
O presente aparece ao lado da foto com Michel - um dos editores do LONA (http://200.160.22.72/jornalismoexpresso/lona/index.asp).
Loris, pai de Murilo e responsável pelo churrasco, curtiu a brincadeira e deu várias idéias, que aparecem logo abaixo.
Hendryo André, o outro aventureiro que segue para a Argentina.
Este é o Helder, amigo do Hendryo, fingindo que está bebendo uma caipirinha e também fingindo que sabe jogar sinuca.
Este é o Luís Fernando, irmão do Hendryo.
O pai do Murio resolveu radicalizar e, para desespero do Dani, quis brincar de cena de perigo sem a participação do dublê.
Esta é Jamille, a irmã do Hendryo. Ele morre de ciúmes. "Não tenho ciúmes, apenas cuidados", defende-se.
Bem, o presente não aparece aqui, mas a dupla figura vale a foto.
Rose, tia do Murilo.
Tista usa o presente para alcançar a visão do terceiro olho.
Bruno, irmão do Murilo, faz pose de galã vestindo sua camiseta com os dizeres: "JUSS".
A avó de Murilo.
Rosa, a mãe de Murilo. Segundo relatos, ela "quase teve outro filho quando a gente veio [de carona para a Argentina]".
Mais uma figura da família de Murilo.
Um dos experimentos do pai de Murilo, senhor de várias idéias.
Aqui, o mesmo aponta para um porta CD's. Sobre o CD da frente, ouvi falar que uma das músicas conta a história de uma fada bastante querida que se foi daqui e levou coisas consigo.
Esta quis tirar com o presente no decote, mas pediu para não ser identificada.
Fototênis.
Um presente, uma mão, uma orelha.
Mais uma das do pai do Murilo: do limão saiu um presente e uma caipirinha. E aqui se encerra o Dia 2. No terceiro, vamos levar o presente para o bar.
Dia 3 - A volta para a Cinemateca. Da sessão "Onde está o Wally para dummies". Grau de dificuldade: Se for capaz de responder a questão abaixo, não terá problemas. A escola de samba conhecida por suas cores verde e rosa é: A) Mangueira B) Beija-Flor C) Corinthians
Neste dia, segunda-feira 11 de dezembro, a Cinemateca exibiu os meus curtas "João e Maria" e "Auto-Histórias". Na foto, o cineasta Gustavo Panacione Ribas, parceiro de Murilo W., que recentemente ganhou o edital de vídeo digital da FCC na categoria iniciante com um roteiro bastante sensível, que lida de uma maneira muito delicada com o universo infantil.
Terence Keller e Josiane Orvatich os responsáveis pelo cineclube Díinamo (http://www.diinamo.blogspot.com/) e pelo Díinamo na TV. Por que Díinamo tem dois is? Segundo Orvatich, "caso um fósforo não acenda, tem outro".
Ator de "João e Maria" e avô por excelência Fernando Wandratsch Filho.
A beleza de Nelly Frederico Wandratsch, atriz pela primeira vez ao 76 em "João e Maria" (www.youtube.com/watch?v=n9i7C9pc3GU)
Filha da atriz e mãe deste que vos escreve, se surprende quando se depara com o presente nas mãos.
A parte final do terceiro dia: quando levamos o presente no bar. Aqui, Guto Silva, o "Presidente", cinegrafista do Díinamo na TV, tenta tirar pedaço do presente.
Ela vai me desculpar, mas não lembro o seu nome.
Para as cenas de perigo, chamem o dublê. Aqui na continuação das fotos no Torto, desta vez com a multi-artista e professora de Filosofia Josiane Orvatich. Segundo o site Afterhour (http://afterhour.rpc.com.br/bar.phtml?id=3110), "o TORTO é uma homenagem a Garrincha, ídolo futebol brasileiro e do proprietário do bar, que decorou o lugar com cerca de 250 peças, entre fotografias, recortes de jornal, cartoons e caricaturas do jogador. Os destaques do cardápio são as empadinhas e os bolinhos de carne. Mas como todo bom boteco, é possível encontrar um bom rollmops e a caipirinhas personalizada do Magrão, o dono do bar". Rollmops é algo para ser estudado: o que leva um sujeito em sã consciência e em condição de pedir e pagar por outras coisas no cardápio a comer um?
Da sessão com os anônimos que não perguntamos ou esquecemos do nome. A moça é professora de danças afro.
Continuando a sessão dos anônimos que não perguntamos ou esquecemos do nome. A moça é professora de cinema e software livre.
Seguindo a sessão dos anônimos que não perguntamos ou esquecemos do nome. O moço não sabemos o que ele faz.
Este moço não faz parte da sessão anônimos pois no deixou seu cartão. Seu nome é João Noronha, fotógrafo (www.brazilpress.com.br).
O Noronha mostrou que carrega um filhotinho do presente com ele. Nesta imagem já podemos ver que as poucas e boas que o presente passou deixaram marcas.
Da sessão dos anônimos que vão me desculpar por eu esquecer os seus nomes.
Amigo do moço da sessão dos anônimos que vão me desculpar por eu esquecer os seus nomes que mostrou a capacidade de manter o presente parado mesmo em condições adversas.
Estas senhoritas só toparam tirar a foto se saíssem juntas. E insistiam em levar parte do presente como cachê.
Esta, das belas rosas tatuadas, só aceitou sob a condição de anonimato.
Figura ao lado de Arlindo Ventura, o "Magrão", dono do Torto. Ele se transforma quando imitia Sílvio Santos.
Amigo do Magrão fazendo o presente ninar ao lado de seus familiares.
Misterioso fotógrafo que eu também esqueci o nome. O que será que ele vai fazer em seguida.
Estatisticamente, a boca é o lugar favorito dos participantes deste projeto ao interagir com o presente. Eles tiveram total liberdade com a pose, forma, enfim. Só lhes foi pedido que não abrissem o presente para não estragar a surpresa.
Josiane, mais uma vez. Nesta ela posa para a foto enquanto escova o cabelo.
A. de P., figurinha carimba da cultura curitibana, aceitou participar segundo a condição de que apenas seu lábio inferior aparecesse. Depois de ver a foto, exclamou: "Poxa, o dia que eu precisar de uma foto da minha cara inteira, quero que você faça". Em todo o projeto, duas pessoas não toparam interagir com o presente e ser fotografadas. Uma delas, no bar, disse: "Eu estou numa reunião de trabalho. Entende?".
Apesar dos rumores, o presente não tomou bebidas alcoólicas.
Porém, acidentou-se no bar e uma de suas extremidades abriu.
Como podemos ver nesta imagem, o presente tomou Coca-Cola.
Dia 4 - Quarta-feira 13 de dezembro. O presente vai ao almoço no Bistrot Le Parigot. Nesta imagem, a família Kuíko reunida: Paulo Urban, da Pousada Colméia (http://www.pousadacolmeia.com.br/), sua esposa, a flautista Zélia Brandão, e sua filha Luiza; o suiço Willy; a cientista de abelha Tia Nuca; a dona da Lodjinha, Berenice Urban e seu filho Daniel.
Zélia Brandão e a flauta transversal.
O dono do restaurante, o francês Pierre (não, este não é o nome dele).
O jornalista Marco flagrado no restaurante com o presente nas mãos.
Paulo, simpatia-mor do surfe e da Ilha do Mel.
Berenice em seu traje Dark Chapeuzinho Não-Vermelho.
Da sessão "There are special people in the world", a bagunceira Tia Nuca.
A pequena mas já flautista Luiza.
Aqui inicia a sessão "O presente e a turma do restaurante". Este moço não sabemos o nome.
Esta moça sugeriu que o presente daria uma boa sobremesa.
Mais uma moça fotografada na cozinha do Bistrot Le Parigot.
E mais uma!
Agora a moça que sempre está no caixa, mas que também não sabemos o nome.
A foto está tremida, mas a dupla fotografada é fantástica!
A apresentadora de TV Sônia Baruque, também no Bistrot.
Ela almoçava com sua filha Tatiana.
Um dos sonhos do presente é conhecer a Europa. Fez questão de posar com a imagem do Arco do Triunfo. O dedo que o acompanha é de Dani Urban.
Willy, o primeiro estrangeiro a participar do Projeto Presente Ju. Simpatia em pessoa.
Continuando a sessão "There are special people in the world", com Tia Nuca e sua sombrinha de onça.
Dani, Bere, o novo dublê, com porte físico mais parecido, e o presente.
Por questões de segurança, também optamos pelo xerox do original.
Aqui, em mais um programa do Dia 4, o presente acompanha o trabalho com uma máquina de tipos para capas-duras. No dia anterior ao da foto foram feitas 136 capas de monografia.
Moço que trabalha na mesma empresa e que, por acaso, não sabemos seu nome.
O dono da empresa que também não sabemos o nome (nem dele, tampouco da empresa) prensa algumas monografias.
Aqui, o desastre. O professor de TV e editor da TV Educativa Elson Faxina faz o que vários ameaçaram fazer. "Mas eu vou tirar a foto comendo um", disse enquanto abria o presente e afirmava que a idéia lhe parecia divertida. Não caros, não era o dublê que estava em suas mãos: a catástrofe foi com o presente original mesmo.
Nesta o momento fatal da mastigação.
O professor de redação jornalística do Unicenp, doutorando em Literatura e escritor dos bons Marcelo Lima e sua mensagem para Ju. - p.s - não, não foi de propósito o presente aparecer de costas. O Marcelinho é um tanto desligado. A partir desta, quem aparece nas fotos é o 02, o dublê de corpo do presente.
Na última programação do Projeto, que vai chegando ao seu fim, uma visita ao Díinamo. Na foto, Guto Pasko, ator, diretor de cinema e atual presidente da AVEC (Associação de Vídeo e Cinema do Paraná).
A produtora Andréia Kaláboa, também no Díinamo.
Assíduo freqüentador do Díinamo, o poeta Ricardo Pozzo (http://poeteias.blogspot.com/search/label/ricardo%20pozzo).
Murilo, Bárbara Zimmerman e Júlia Ávila, ávida para comer o presente.
A arte-educadora Bárbara no Díinamo.
Júlia, a namorada de Terence K., encontrou diferentes usos para o presente.
Rodrigo Madeira, poeta. Segundo Terence Keller, Madeira é "o maior poeta vivo do Paraná e talvez do mundo". O seu genial poema A balada da Cruz Machado pode ser acessado aqui: http://poeteias.blogspot.com/search/label/rodrigo%20madeira?updated-max=2007-04-07T14%3A43%3A00-03%3A00&max-results=20
Chegando a hora de despedida, vale mais uma foto da série "The Amazing Trident™ Levitation", realizada ainda no primeiro dia deste projeto pelo mágico da biotecnologia, JM.
Para a despedida, o Projeto Presente Ju reúne os três protagonistas desta história: o presente, o dublê e o 02, o dublê de corpo, juntos com o papai-noel. Muita alegria, presentes adoráveis e um muito feliz Natal!
Caro, agora chegou a hora de você participar. Esta é uma versão scaneada do presente. Coloque sua criatividade em prática e nos envie sua foto!
A primeira colaboração que o Projeto Presente Ju recebe é internacional e vem do engenheiro Lauro Valente, da Alemanha. A pintura foi fotografada no Museu do Vaticano e chama-se "Madonna di Foligno", obra de Rafael, de 1511.
A segunda colaboração é de Tom Lisboa, de Curitiba, Brasil. Tom é conhecido por sua experiência com fotografia e por suas diversas intervenções urbanas. Os trabalhos podem ser conferidos em seu site pessoal: www.sintomnizado.com.br
"tu pode ver q tem um cara pedido um, outro tá assustado meio que dizendo 'meu deus, é um trident', dae logo em seguida tem outro (q parece uma mulher) q está tentando jogar um charminho e dizendo 'dá pra mim, vai, dá um'. em seguida 3 caras cochicham: 'vcs viram, ele não está querendo me dar um trident'". A explicação é do autor da façanha, o criativo Marcelo Cavalheiro. Desde criança, o curitibano com sotaque catarina adora fazer arte. Em uma de suas mais famosas, escreveu a carta que explicava ao amigo Mário que ele ganharia uma boneca inflável de aniversário, a Laura. "do outro lado tem um senhor careca q está dizendo: 'calma, gente, calma! O trident é só pra depois da ceia'. e o outro senhor cochicha no ouvido da 'maria madalena' meio q dizendo, 'vai lá, aproveita e rouba dele' e Jesus deve tar dizendo algo do tipo 'Tcharammmm! Olhem o que eu trouxe de sobremesaaa!', mas ao mesmo tempo ele tá preocupado pq percebeu q nao vai dar pra td mundo. por isso a confusão toda, o ponto de conflito da história".
A jornalista Estelita Hass Carazzai, de Curitiba, encontrou uma curiosa forma de participar: um print screen desde a minha área de trabalho.
A quinta colaboração desta segunda fase do projeto vem de Araucária, Região Metropolitana de Curitiba. Uma série de verão realizada pelo fotógrafo Luciano Sarote, um dos maiores talentos de sua geração.
Depois de colocar este sósia do presente para nadar, a solução foi encontrar um varal.
Mas nada como o colocar ao lado de seus colegas para fazê-lo sentir-se mais à vontade.
A namorada de Sarote não resistiu e o sósia acabou sendo devorado. Parte do trabalho de Sarote, premiado regional e nacionalmente, pode ser conferida no site http://www.flickr.com/photos/sarote
A contribuição dos fotógrafos e esposos Mari Sanchez e Eli Dalcin vêm em formato família. Na série intitulada de "Todo mundo é louco por Trident", eles realizam uma breve versão ilustrada da história política e cultural do Século XX. E insistiram: "Não precisa incluir todas as imagens, só as que tu gostar", mas, sim, nós gostamos de todas. "1, 2, 3, 4" e começamos de Beatles!
Todos sabiam que Buster Keaton era melhor que Chaplin. Só que Chaplin descobriu o segredo antes. Aqui a imagem retrata um Keaton triste, sofrendo pela descoberta tardia do segredo do rival.
Os dois amantes da cultura latino-americana não poderiam deixar o presente de fora da breve história ilustrada do Século XX. Nem o charuto na mão esquerda deste barbudo. De pé, um segundo barbudo dá uma bronca na turma (acho que eles estão dando aula). Se eu estiver certo, ao fundo é o diretor da escola, que só acompanha.
Outra descoberta tardia. Se essa oferta tivesse acontecido antes, nossa história teria sido um tanto diferente.
A história ilustrada de Sanchez e Dalcin alcança os conflitos da virada do milênio.
E chega, inevitavelmente, ao Brasil. Dizem as más línguas que o Zé só não foi para o caixão porque mastiga um desses diariamente. E é dessa mastigação que veio a energia para voltar a filmar.
É impressão minha ou a dupla está mais preocupada com o que o estrela solitária carrega na mão direita?
A querida mother russia não poderia ficar de fora. "Um encontro de titãs", diria um periódico inglês em um artigo ainda não escrito. E, da Rússia, a série "Todo mundo é louco por Trident" dá o seu adeus.
O casal Terence Keller e Júlia Julisko produziu a seqüência de imagens a seguir em sua recente aventura pelo Peru.
A seqüência foi batizada de "Fotos do trident sobreviventes". Eles juram, de pés juntos, que fizeram fotos de um sósia do presente no Machu Picchu. Porém, de uma maneira misteriosa e inexplicável, o cartão com as imagens travou e todo o seu conteúdo foi perdido. Seria influência do poder dos Incas?
Na continuação da produção de Terence e Júlia, aparece Joana, estudante de Cinema da FAAP que eles conheceram na viagem. Antes de ir estudar em São Paulo, Joana morou na capital dos pinheirais.
Para aqueles que ainda estavam em dúvidas se as imagens haviam realmente sido produzidas no Peru, as estátuas confirmam a autenticidade das fotos.
Ou não?