O Forte de São Francisco Xavier do Queijo localiza-se à Praça de Gonçalves Zarco, na freguesia de Nevogilde, no concelho e distrito do Porto.
Forte de São Francisco Xavier do Queijo, Portugal: Portão de Armas. Foi classificado como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto nº 23.684, de 20 de Março de 1934. Em 1949 foi cedido ao Núcleo da Brigada Naval da Legião Portuguesa do Porto que ali esteve instalado até ao 25 de Abril de 1974. A sua Zona Especial de Protecção (ZEP) foi definida pela Portaria DG nº 99, de 26 de abril de 1961.
Actualmente restaurado e em perfeitas condições, encontra-se sob a guarda da Associação de Comandos (Delegação do Norte) que ali mantém um museu histórico-militar e uma programação de eventos culturais e de animação, aberta ao grande público.
Em diferentes estações e períodos do ano o público é convidado a percorrer e a conhecer a paisagem do Parque de Serralves, do Jardim da Casa à Quinta do Mata-Sete, passando pelo espaço envolvente do Museu de Arte Contemporânea.
Merecem especial referência os dois prémios já atribuídos ao Parque de Serralves: o prémio da inovação no domínio da educação ambiental da Associação Portuguesa de Museologia – APOM (1996) e o “Henry Ford Prize for the Preservation of the Environment” (1997).
Desde já o convidamos a fazer um Percurso pelas Esculturas localizadas no Parque de Serralves.
Casa de Serralves é um exemplar significativo do estilo art déco e foi edificada nas imediações do Porto, entre os anos de 1925 e 1944.
A Casa de Serralves, para além de ser a sede da Fundação, constitui uma extensão importante do Museu de Arte Contemporânea, reservada à apresentação de exposições temporárias.
Originariamente concebida como residência particular, a Casa - exemplar único da arquitectura Art Déco - e o Parque - inspirado pelos modernistas - foram mandados construir pelo segundo Conde de Vizela, Carlos Alberto Cabral.
A colecção de Serralves pretende, a par da atenção ao contexto internacional, representar de modo exaustivo as rupturas acontecidas na arte portuguesa entre meados da década de sessenta e finais da década de 70, dedicando especial atenção à relação dos artistas portugueses com os seus congéneres estrangeiros.
O Museu tem como objectivos essenciais a constituição de uma colecção representativa da arte contemporânea portuguesa e internacional, a apresentação de uma programação de exposições temporárias, colectivas e individuais, que representem um diálogo entre os contextos artísticos nacional e internacional.
Bethan Huws (n. 1961 em Bangor, País de Gales - UK) foi considerada uma artista "conceptual" criando tipos diferentes de obras de arte. Esta Exposição mostra uma selecção de obras representativas de todas as abordagens estéticas desta artista ao longo de 20 anos.
A exposição “Fountain” inclui uma peça de chão de grandes dimensões relacionada com as propriedades do espaço da exposição, obras textuais, ready-mades, objectos relacionados com a linguagem, filmes, aguarelas, etc.
São muitas as ruas da África Central com o nome do político que se bateu pela independência do Congo, Patrice Lumumba, assassinado em 1961 com o auxílio da CIA.
A obra de Guy Tillim consiste em cerca de 60 fotografias de grande formato de edifícios da arquitectura modernista de países como o Congo, Angola, Moçambique, o Benim e Madagáscar, que as potências colonialistas ergueram pouco antes da libertação desses países
As fotos seguintes são bem conhecidas por todos nós... Grande Hotel da Beira, actualmente.
A sua obra aborda o fracasso das utopias de antigos dirigentes e as dificuldades enfrentadas pelos povos africanos no seu esforço para encontrarem um lugar próprio. Em Serralves, estas fotografias convidam o público português a confrontar-se com o seu próprio passado colonial.
Mais fotos de Maputo e da Beira... a seguir
A colecção do Museu, que abrange um período que vai de finais da década de sessenta até à actualidade, é constituída por aquisições directas do Museu, obras em depósito do Estado e de coleccionadores privados, bem como doações
Imaginada para assinalar o ano festivo de 2001, em que a cidade do Porto foi Capital Europeia da Cultura, a Casa da Música é o primeiro edifício construído em Portugal exclusivamente dedicado à Música, seja no domínio da apresentação e fruição pública, seja no campo da formação artística e da criação.
O Arqtº. Rem Koolhaas nasceu na Holanda, em 1944, e estudou Arquitectura em Londres. É um nome de referência incontornável na arquitectura contemporânea, autor de uma obra marcada por inúmeras distinções, como o Pritzker Prize e o Prémio de Arquitectura da União Europeia Mies van der Rohe. Koolhaas criou em 1975 o OMA (Office for Metropolitan Architecture), em Roterdão, gabinete que, em 199, apresentou a proposta vencedora da Casa da Música do Porto. Em 2007 foi atribuído à Casa da Música o prémio do Instituto Real dos Arquitectos Britânicos (RIBA), com o júri a classificar o edifício de "intrigante, inquietante e dinâmico".
O Bar dos Artistas, com refeições rápidas do tipo self-service, e aberto ao público, funciona como ponto de encontro das pessoas que visitam a casa da Música e também das que aqui trabalham.
Para além de concertos, recitais e performances, a Casa da Música promove encontros de músicos e musicólogos, investindo na procura das origens da música portuguesa e apostando fortemente no seu papel de elemento nuclear na educação musical.
Bem instalados, não acham?
SALAS ROXA E LARANJA As Salas Roxa e Laranja, complementares, surgiram vocacionadas para eventos educativos, com um ambiente direccionado para actividades jovens. São espaços acolhedores e com acabamentos propícios aos fins a que se destinam. LOCALIZAÇÃO piso 5
A Cybermusica é uma sala com condições sonoras privilegiadas. Está vocacionada para a apresentação pública de projectos musicais e para o desenvolvimento de pesquisa e experimentação no âmbito das tecnologias da informação. LOCALIZAÇÃO piso 4
A Casa da Música dispõe de um total de 10 salas de ensaio de dimensões diversas. As duas maiores, localizadas no piso -2, têm capacidade para grupos de 20 a 100 elementos e estão equipadas com régie própria, podendo funcionar como estúdios de gravação.
A Sala Suggia é o coração da Casa da Música, abrindo-se à comunicação visual com os restantes espaços públicos do edifício através de zonas envidraçadas. Na decoração interior predominam os tons prateado e dourado, em intencional contraste com os jogos de luzes proporcionados pelo vidro. LOCALIZAÇÃO pisos 2 a 4 ÁREA 1100 m2 CAPACIDADE 1238 lugares | PLATEIA 1069 CAMAROTES 26 | CORO 143
A Sala VIP é um espaço multifuncional, essencialmente vocacionado para acções de pequenos grupos, instalações ou ocasiões cerimoniais. Nesta sala, Rem Koolhaas prestou homenagem à azulejaria portuguesa, aprendida nos Países Baixos, com cada um dos seus painéis reproduzindo originais instalados em diversos espaços museológicos de Portugal e da Holanda. LOCALIZAÇÃO piso 6
Os concertos para Bebés e Famílias têm a particularidade de apresentar programas musicais distintos dos que, por tradição, são reservados ao público infantil.
Do repertório português ao jazz, da música erudita aos sons do mundo, são vários os estilos visitados em verdadeiras festas de família. Pais, avós ou outros educadores participam vocalmente numa viagem em que a música gera grande cumplicidade, jogando-se com ritmos e sons que entusiasmam os pequenos ouvintes.
Sob a condução de Paulo Lameiro e o grupo, Musicalmente, cada espectáculo tem um convidado especial, que dá a conhecer um instrumento em particular, o que permite uma incursão musical sempre nova. Do princípio ao fim, vibram os bebés e brincam os adultos.
Para além de concertos, recitais e performances, a Casa da Música promove encontros de músicos e musicólogos, investindo na procura das origens da música portuguesa e apostando fortemente no seu papel de elemento nuclear na educação musical. Define-se também enquanto plataforma cultural aberta a cruzamentos entre a música e outras áreas de criação artística e de conhecimento, um espaço aberto a todos os públicos e a todos os criadores.
Mais conhecido por Jardim da Cordoaria, este jardim é denominado de Jardim João Chagas desde 1924. O nome por que é mais conhecido, deve-o à actividade dos cordoeiros que estiveram instalados neste lugar – na cordoaria nova – durante cerca de 200 anos. Com efeito, na Idade Média neste lugar situava-se o Campo do Olival que albergou a Cordoaria do Bispo.
No meio do jardim, existe um lago romântico com uma ilha, cercado de árvores exóticas, na maioria resinosas (araucárias, cedros e sequóias).
O Jardim da Cordoaria/Jardim João Chagas tem uma forma triangular projectada de início, sendo cada lado realçado pelo alinhamento de árvores de folha caduca. A poente, em frente ao Palácio de Justiça, encontra-se uma alameda de plátanos; a sul, encontra-se o passeio das tílias; a norte, erguem-se carvalhos americanos, alguns centenários, outros recentemente plantados.
É o monumento mais emblemático da cidade do Porto. Uma célebre obra barroca, projectada por Nasoni e construída na primeira metade do séc. XVIII.
A vista sobre a cidade e o rio Douro que se alcança do alto da Torre dos Clérigos, com seis andares e 75 metros de altura, vale bem o esforço de subir a escadaria com 225 degraus.
A Igreja do Carmo e a das Carmelitas localizam-se no cruzamento entre a Praça Carlos Alberto e a Rua do Carmo, nas proximidades da Igreja e Torre dos Clérigos, na freguesia Portuguesa de Vitória, cidade do Porto.
A igreja das carmelitas começou a ser construida em 1616 e ficou concluida em 1628. A fachada de cantaria granitica, possui três entradas com arcos de volta perfeita, encimadas por igual número de nichos, com as imagens de São José, Santa Teresa de Jesus e de Nossa Senhora do Carmo ao centro.Possui uma torre sineira do lado esquerdo, revestida a azulejos monocromáticos da cor azul, rematada por uma cúpula em forma de bolbo. A igreja do Carmo,de estilo rococó,foi construida na segunda metade do século XVIII, entre 1756 e 1768,pela Ordem Terceira do Carmo,sendo o projecto da arquitecto José figueiredo Seixas.
A fachada de cantaria, ricamente trabalhada, possui um portal rectangular, ladeado de duas esculturas religiosas dos profetas Elias e Eliseu executadas em Itália, rematado por um amplo frontão e no corpo superior da frontaria, coruchéus e esculturas das figuras dos quatro Evangelistas, revelando influências do estilo “barroco Italiano” criado por Nicolau Nasoni.
Azulejos A fachada lateral da Igreja do Carmo está revestida por um grandioso painel de azulejos, representando cenas alusivas à fundação da Ordem Carmelita e ao Monte Carmelo. A composição foi desenhada por Silvestre Silvestri, pintada por Carlos Branco e executada na fábrica da Torrinha, em Gaia e datados de 1912.
No interior da Igreja, destaca-se a excelente talha dourada nas capelas laterais e no altar-mor, a estatuária e diversas pinturas a óleo.
Obra famosa pela sua torre e com a qual forma um conjunto arquitectónico muito conhecido na cidade do Porto, a Igreja dos Clérigos é um edifício barroco projectado pelo arquitecto Nasoni.
Na entrada da igreja é de realçar a sumptuosa imagem do Arcanjo S. Miguel segurando um escudo de madeira.
A Igreja dos Clérigos é a representação mais marcante do estilo barroco. A sua construção teve inicio em 1732 e constitui a obra mais imponente de Nicolau Nasoni.
De visita ao interior do templo concluímos que este possui apenas uma nave, de forma elíptica.
O tecto é uma abobada dividida por arcos entrevalados por um escudo formado pelo monograma A M. As chaves de S. Pedro, a mitra e a folhagem descaindo sobre o entablamento estão sustentados por pilastras.
O interior da igreja é decorado por talha dourada em estilo joanino. (Monumento Nacional)
Nasoni foi enterrado nesta igreja, à qual dedicou muito tempo e dedicação.
Na capela-mor encontramos um trono ostentando a imagem da Virgem e sob ele uma urna contendo os restos mortais do mártir Santo Inocêncio e de Nicolau Nasoni, falecido em 1773. Podemos ainda maravilhar-nos com o retábulo estilo Luís XV todo de mármore de diversas cores.
Edifíco da Academia Politécnica, onde funcionou a Faculdade de Ciências e agora está instalada a Reitoria da Universidade do Porto e vários museus. Com origens que remontam ao século XVIII, a Universidade do Porto é actualmente a maior instituição de ensino e investigação científica de Portugal.
É um edifício rectangular de estilo neoclássico, inicialmente destinado a Real Academia da Marinha e do Comérico. O projecto inicial é da autoria de Carlos Amarante e data de 1807.
Infelizmente não pudémos visitar esta Exposição pois só estava patente da parte da tarde...
Exposição fotográfica sobre o centro do Porto, a Universidade, o incêndio que sofreu, etc.
Outro painel sobre a Exposição de Darwin... que não visitámos.
Edifício do princípio do séc. XX, perto dos Clérigos, a estreita fachada da livraria Lello identifica-se entre os outros prédios, pela sua linguagem neogótica. No interior destaca-se o tecto e a escada de madeira. Possui uma pequena cafetaria no piso superior. Uma visita é algo de imprescindível.
A Livraria Lello e Irmão, também é conhecida como Livraria Chardron ou simplesmente Livraria Lello. O edifício apresenta fachada em Arte Nova com laivos de estilo neogótico.
O actual edifício foi construído pelo engenheiro Francisco Xavier Esteves e inaugurado em 1906.
Fundador José Lello 1861 - 1925
Centenário da Fundação Lello & Irmão
Fundador António Lello 1870 - 1953
Entrando no interior da Livraria, o visitante sente-se envolvido por um ambiente acolhedor, onde pontificam os livros e uma decoração impressiva.
Uma vasta sala, com uma galeria que dá acesso a uma escada ornamental, onde correm algumas mesas que servem para exposição dos livros.
A escada de acesso ao piso superior - uma das primeiras construções de cimento armado da cidade do Porto.
No seu interior destacam-se a decoração em gesso pintado imitando madeira.
O tecto, lavrado, resguarda no centro uma luminosidade diáfana que provém do amplo vitral em que se desenha o ex-libris de Lello & Irmão, Lda, com a conhecida divisa Decus in Labore.
O grande vitral existente no tecto, ostenta o monograma e a divisa da livraria.
De facto, a Livraria Lello é um dos mais emblemáticos edifícios do neogótico portuense, ainda que ligeiramente tardio, mas em perfeita actualidade com algumas das tipologias estéticas da época, a que a literatura não foi alheia.
Bancos em madeira e revestidos a couro e estantes a toda a altura desta sala perfazem o espaço interior próprio de uma livraria actual, mas que guarda a memória do passado.
A decoração é complementada por motivos vegetais, formas geométricas e a designação "Lello e Irmão", sobre as janelas.
O Engº Francisco Xavier Esteves inspirou-se na escada de hélice dupla no Vaticano.
Nos pilares, à esquerda e à direita, distinguem-se os bustos de ilustres homens de letras: Eça de Queiroz, Camilo Castelo Branco, Antero de Quental, Tomás Ribeiro, Teófilo Braga e Guerra Junqueiro. Obra do escultor e distinto artista Romão júnior, estão cobertos por baldaquinos, rendilhados em estilo gótico.