massa de folar de carnes, com farinha, ovos, água quente, azeite, margarina, sal, fermento inglês (habitualmente conhecido por fermento de padeiro) e fermento de massa (resto de massa que fica da fornada anterior e que se guarda na arca até à próxima utilização)
outra perspectiva...
elaboração dos folares: formas sem buraco, untadas com pingue (ou banha) nas quais se colocam três camadas de massa, alternadas com diferentes variedades de carne de porco (chouriço, linguiça, presunto (febra e gordura) e salpicão), tudo misturado
pode também ser elaborado em tabuleiro, conforme foto
aqui estão prontinhas para repousar ou levedar durante mais ou menos 1h30m, mais coisa, menos coisa...
a massa do pão (farinha, água quente, sal, fermento inglês (habitualmente conhecido por fermento de padeiro) e fermento de massa (resto de massa que fica da fornada anterior e que se guarda na arca até à próxima utilização)
aqui a massa pronta para levedar,
aqui já a massa amassada e a dividir-se em porções mais ou menos do tamanho do pão; depois benzem-se, faz-se a cruz, tapam-se bem tapadinhas e deixam-se levedar
bolas feitas a partir dos restos de massa de pão agarradas às paredes da masseira, à qual se junta azeite, sal e mais farinha, água q.b. chamadas bolas asmas ou bolas de azeite
pães e folares prontinhos para descansar até à hora do forno
o forno já quentinho (a foto não é boa, pois a farinha impera nestes ambientes e aloja-se nos sítios mais estranhos)
o trabalho da artista a colocar as iguarias dos deuses no forno
aqui está uma das iguarias; note-se um pedaço de papel e uma folha de couve a cobrir a massa dos folares para evitar que a superfície fique queimada
o forno recheado de iguarias; note-se o pormenor da pinha que serve de iluminação
o produto final; FANTÁSTICO!!!
os folares (as mais redondinhas) e as bolas asmas (a mais pequena que se vê encostada ao lençol, do lado direito da foto, mais ou menos a meio)
o PÃO, absolutamente divinal!!!!