Imagem "nervosa", embora a manifestação seja pacífica. Digamos que é apenas um "defeito especial" do uso da câmera sem fixação alguma para uma foto noturna. É a bicicletada seguindo pela Av. Paulista.
Participante entrega folheto de conscientização a motorista. Bicicletada avança pela avenida considerada um dos símbolos de São Paulo.
Bicicletada avança pela avenida considerada um dos símbolos de São Paulo.
Parada para fechar o movimentado cruzamento para segurança da bicicletada, na passagem pela Fundação Cásper Líbero - Av. Paulista
Descida da Vergueiro rumo à Liberdade (de expressão, inclusive)
Participantes cuidando da segurança e fechando cruzamento da Barão de Iguape apenas pelo tempo suficiente para a bicicletada passar.
Dupla que cuida da retaguarda com faixa contendo mensagem sobre carros a menos.
Passando pela Praça da Liberdade
Bicicletada chega ao marco zero da cidade, a Praça da Sé.
Bicicletada diante da Catedral da Sé
Bicicletada circula pela Praça da Sé.
Bicicletada sobre as escadarias da Catedral da Sé.
Bicicletada sobre as escadarias da Catedral da Sé. Versão sépia.
A então vereadora e candidata à Prefeitura Soninha Francine participou desta edição. Hoje subprefeita da Lapa, continua apoiando a causa cicloativista e estará presente no Calendário CicloBR "Como Nus Sentimos" - detalhes: http://www.ciclobr.com.br/calendario_ciclobr_2010.asp
Soninha Francine diante da Catedral da Sé.
Subida da Av. São João, passando diante da Galeria Olido, importante complexo cultural.
Bicicletada na mais famosa esquina de São Paulo.
A mesma imagem anterior, numa bela versão quase sépia, em homenagem à tradição desta esquina paulistana. Alguma coisa acontece no meu coraçããão;
Bicicletada segue ao lado das obras da Linha Amarela do Metrô, diante da Praça da República
Subida da Rua Augusta. Revendo esta foto em fevereiro de 2010, notei a presença da saudosa cicloativista Márcia Prado. Ela faleceu no início de 2009, vítima de um atropelamento por um ônibus na Avenida Paulista. Confesso que redescobrir esta foto foi "de arrepiar". Em 2008 eu não a reconheceria e não houve tempo de conhecê-la pessoalmente.
Subida da Rua Augusta, na região dos "Inferninhos". Mas "inferno" de verdade é não ter ciclovias.
Subida da Rua Augusta. Permanece o alto astral.
Participantes de volta à Praça do Ciclista. Nada de canseira.