A Catedral de São João, reconstruída em estilo gótico após a destruição durante a II Guerra Mundial (como quase tudo em Varsóvia...). Fica na Cidade Velha.
Mesmo ao lado da Catedral de São João fica esta igraja Jesuíta da padroeira de Varsóvia, a Nossa Senhora da Misericórdia (que estava de férias durante a II Guerra...).
Esta é uma das mais belas praças da Europa, pelo menos pelos meus padrões e apesar de estar muito mal iluminada: a Rynek Starego Miasta, que significa muito simplesmente a Praça da Cidade Velha...
Esta estátua de uma sereia está mesmo no meio da Rynek Starego Miasta.
Um canto castiço, a lembrar Paris.
E nevava, nevava, e eu sem um gorro...
A passagem pela Barbacã, a fortaleza cujas muralhas defendiam a entrada na cidade pelo Norte.
Passando o fosso da Barbacã.
E nevava, nevava... Um Tuga como eu adora isto, mas os 3 graus negativos e a neve no focinho já me estavam a chatear...
A fachada do gigantesco Castelo Real, que durante muito tempo se quedou em ruínas e só foi reconstruído durante os anos 70 (provávelmente a mando de algum russo com claustrofobia...).
A coluna de Segismundo, mesmo em frente ao Castelo Real, é a estátua mais antiga de Varsóvia. Diz-me o guia de bolso que foi erigiga no século XVII, com 22 m. Na realidade a coluna já foi destruída várias vezes, só o pobra Segismundo é que sempre foi amparado e lá lhe foram pondo pedra fresca debaixo dos pés de vez em quando.
Nevou mesmo durante a noite. A neve que não me aterrou na cabeça ficou espalhada pela cidade.
Já na segunda noite, troquei a distante Cidade Velha pelo Centro, nas imediações do hotel. Mesmo ao fundo da rua aquele que é o postal de Varsóvia favorito, pelo menos dos Russos: o gigantesco palácio da Cultura e da Ciência, construído nos anos 50 como "oferta do povo Russo".
A Varsóvia moderna ocupou o Centro. A Estação Central de Varsóvia, vizinha do Hard Rock Café e com a companhia de arranha céus e neons é um bom exemplo.
Apesar de toda a modernidade do Centro, sobrevivem ainda nessa zona os pequenos comerciantes, como esta loja de figuras iconográficas, o sonho de qualquer amante de Presépios.
O Palácio da Cultura e da Ciência o típico arranha céus de estilo soviético, o segundo maior da Europa durante muito tempo, com os seus 230 metros de altura, apesar de ter apenas 30 andares. Mas mais impressionante mesmo é a volumetria: 800.000 m3!
Os anos 50 encontraram o século XXI...
Não consegui encontrar a Sinagoga Nozyk, que passou incólume a II Guerra Mundial graças a ter sido transformada em armazém pelos Alemães. Mais ou menos no sítio do mapa onde deveria encontrá-la estava esta igreja, Católica, na entrada da qual uma estátua de João Paulo II ainda recebe diáriamente flores.
Mais uma vista de quarto de hotel, para aí a nº 1236...
A mesma vista do meu quarto, na manhã seguinte, com um grande Centro Comercial em frente e mesmo ao lado da Avenida João Paulo II, um dos eixos pincipais da cidade, cruzando a mesma de Sul para Norte.
O gigante "by day".
Entre a grande área descoberta no centro da qual se encontra o Palácio da Cultura e da Ciência e, a Norte, os Jardins Saxónicos, encontram-se uns sossegados quarteirões de blocos de apartamentos separados por zonas pedonais, árvores e relvas, um sossego e qualidade que não esperava ver tão perto do Centro.
Este prédio foi o único que consegui encontrar com um visual que associo ao Gueto de Varsóvia e à terrível perseguição aos Judeus. A Varsóvia de 1939, tinha 1,3 milhões de habitantes, entre os quais uma grande parte Judeus (400,000). Quase nenhum sobreviveu.
Os quarteirões para habitação.
Perto dos Jardins Saxónicos.
Aparentemente um edifício do Estado, no Centro, caminhando para Noroeste do Palácio da Cultura e Ciência.
Um mega-Hummer (que mesmo quando não é esticado já é um valente monstro...).
A globalização sempre presente... Este cartaz poderia ver-se aqui em Carsóvia como em Kuala Lumpur, Houston ou Lisboa.
O monstrusoso Palácio da Cultura e da Ciência espreita-nos no horizonte por todo o lado. Não resisti a colocar aqui um toque de sépia leninista nesta foto do pináculo do edifício soviético a surgir sobre os ramos das árvores dos Kardins Saxónicos.
Manutenção nos Jardins Saxónicos, no Centro. Um abate de uma árvore que me lembrou outras, em casa, que infelizmente tive de abater...
O típico eléctrico da Europa Central.
Vêem-se tantos corvos pela cidade como pombos. E com o mesmo á vontade e pouco instinto para fujir dos humanos.
Mais uma espreitadela do monstro. Parecia o Casino Nova Lisboa de Macau, também sempre a espreitar em cada foto, como o Emplastro!
Não faço ideia o que este doido estava a fazer, com a s calças arriadas sob temperaturas negativas, mesmo à saída do Metro...
A Polónia que rodeia Varsóvia.
Os arranha céus do centro de Varsóvia, nesta foto, lembram-me silhuetas muito parecidas em Singapura...
Aqui não comi nada mal. Foi escolhido pelo o nome, o "aproveita o dia" em Latim que tornado famoso pelo filme O Clube dos Poetas Mortos.
Uma farmácia em plena Cidade Velha.
Mais uma lojeca de pequeno comércio no Centro.
Cachimbos para a "chicha", em Varsóvia também há!
Claro, também não podia faltar!
Por falar em lojas: apesar da conjuntura é sempre um orgulho deparar com uma marca portuguesa fora de portas!
Anuncio de peças de teatro e espectáculos musicais são presença assidua por toda a cidade.
Um Mig à porta de algum Museu Militar, suponho. Foi a última foto desta visita a Varsóvia, já no regresso ao aeroporto.