Apresento-vos a D. Laurinda. Explora o cafézinho à entrada da Fortaleza do Monte e serve uma bica à maneira. No seu Português esforçado lá me contou como uma filha vive em Portugal e um filho no Brasil. E também desabafou a sua tristeza por os Portugueses terem abandonado Macau à sua sorte... E as críticas: quando os Portugueses cá estavam era muito complicado fazer negócio!
Os noivos escolhem com frequência as ruínas de São Paulo para as fotos da praxe.
Familas a fotos na Fortaleza do Monte.
Esta mãe estava um bocado desconfiada...
Não me lembro porque é que esta senhora estava de tesoura na mão...
Assim é que eu gostava de ter explorado Macau!
Reparem bem: este carro ostenta orgulhosamente um cachecol de Portugal no tablier e equipamentos da Selecção nos bancos!
É de etnia Chinesa, ou no minímo mista, mas digam lá que não tem ar de Sr. António ou Sr. José?
Este moço estava aqui a 2 minutos de finalmente encontrar a avó, com quem estava a falar aflitivamente ao telemóvel para ver se se reencontravam...
Não sei se ainda aqui vendem hortaliça e fruta...
Uma espreitadela para dentro de uma porta de quintal aberta...
Aspirantes juvenis a polícias ou escuteiros?
Budistas preparando-se para uma qualquer cerimónia...
Avó e neto observam atentamente os religiosos preparando o Dragão...
Este explicador tinha bastante freguesia!
O Centro de Apoio à Mulher das Irmãs da Caridade parecem ter arranjado uma cliente...
Pois, mas são uns trapalhões, como todos os fogareiros em toda a aprte do mundo que eu conheço...
Os pasteis de nata e os coratos, "típicos" de Macau e conhecidos na Ásia como tal.
Claro que este sorriso se devia a eu lhe ter comprado uma bugiganga qualquer uns minutos antes.
O guarda do Palácio do Bispo distinguia-se pelo brio e zelo com que defendia os portões!
Esta senhora estava prestes a encetar a odisseia de descer estas ingremes escadarias de pedra para a Rua do Lilau com todo o carregamento de cartão que tinha colhido.
A mesma senhora já na Rua do Lilau, depois deste português simpático ter acartado com a carripana cheia de cartão escadas abaixo, depois de ter concluído que dama e carro estavam prestes a rebolarem pedra abaixo se não tivessem ajuda...
Descendo a Rua do Lilau.
Por toda a Ásia apanho destes adeptos de uma técnica de ginástica chinesa. Normalmente de mais idade, num jardim ou parque, fazendo lentamente movimentos como o da imagem, pernas e braços parecendo golpes de Kung Fu em câmera lenta.
Um WC para cães...
Um Tom Sawyer Macaense...
As pequeninas estrelas do foclore Português em Macau!
...junto com estrelas mais crescidinhas...
Este olhava para o foclore mas já estava noutra, coitado...
Os turistas poisam aos magotes à porta do templo de A-Ma
Os devotos no templo, queimando pauzinhos de incenso.
O monge de serviço
Ainda no templo de A-Ma
O sacana deste fogareiro inventou uma avaria depois de receber uma chamada de telemóvel para me despejar a meio de uma corrida algures numa parte feia de Macau... Dali até apanhar outro taxi andei para aí uns dois quilómetros a pé!
Parque infantil
Parque geriátrico...
Esta estudantada estava a fazer algo interessante mas não tive tempo para perceber o quê.
Pois...
Esta Sagres e o almoço no Restaurante Platão souberam-me a ginjas!
O grupo de dança tailandesa convidado para animar as comemorações do 11 de Novembro na festa Angolana que teve lugar na noite da véspera.
Na minha mesa Moçambique estava em maioria.
Este grupo de dança, com participantes de Angola e Moçambique, era espectacular!
Dois dos dançarinos e uma estrela de Moçambique...
Moçambique sempre presente!
Eu tentei dançar, à minha maneira, mas não tive nem arte nem energia para ombrear com a malta que dominava a pista!