Que raio de maneira de inaugurar um album de fotos de uma passagem no Brasil! Mas a verdade é que a foto foi mesmo tirada no Brasil, no Rio de Janeiro em finais de Fevereiro de 2008, e não me perguntem porque é que o Zapatero estava a fazer campanha aí! Vou tentar saber...
A calçada Portuguesa e um transportador de cama de praia, numa praia do Rio.
Preparando a pesca em Niterói. Há quem compare Niterói a Almada, por "estar do outro lado da ponte" (e da Baía de Guanabara) relativamente ao Rio. Mas a mim lembra-me mais, nas ruas antigas e degradadas que ainda restam junto aos estaleiros na beira-água, Alcochete ou, quanto muito, a Cova do Vapor.
Uma tasca num canto esconso de Niterói.
Barbeiro em Niterói, nitidamente com pouco que fazer... Na cadeira ao lado vejam um sinal do progresso, a lavagem automática do couro cabeludo, sempre ligada (por isso está lá o balde...). Na placa à direita uma ameaça de multa ou prisão em caso de exploração sexual de menores: é tão mau como fazer entrar um canito de estimação em Singapura à socapa!
Técnica pedinte de última geração: pendurar o artigo enquanto o semáforo está de feição, correr a retirar quando o verde surge... Ajude o trabalhador!
Foram passarões como estes (corvos marinhos?), abundantes nos céus do Rio, que Cabral e os seus primeiro avistaram quando se aproximaram da Terra de Vera Cruz.
Para um ormitólogo o Rio é de facto fabuloso!
Outro passarão abundante: helicópeteros por todo o lado, como este a levantar à porta do meu hotel para levar um qualquer VIP apressado da Barra da Tijuca até ao centro sem passar pela Linha Amarela nem pelo Elevado...
Conversando na Barra, na margem do Canal da Lagoa de Marapendi.
Este marmelo estava todos os dias no mesmo sítio, ali na Ayrton Sena, à saída da Barra!
Só pode ser "gozação": no Rio são assassinadas uma média de 17 pessoas por dia... Este apelo a modos que desesperado surgiu numa manhã chuvosa na ponte de Niterói, que une o Rio com esta cidade da outra margem da Baía de Guanabara.
Niterói, um misto de campo, dormitório e cidade oitocentista (esta quase desaparecida).
Há fotos assim, de repente apanham-se.
O Rio (ou Niterói?) suburbano.
Um concorrente ao Louro de Bukit Timah: o Louro do Recreio dos Bandeirantes!
Ascensorista, num prédio fino (mas antigo) no Centro, Rio de Janeiro, a caminho de uma reunião. Um vislumbre de uma Lisboa de há 50 anos!
O vendedor de suco apadrinhado pelo pessoal da "guarderia de wind surf", na praia do Pêpê, na Barra. Coitado, preocupado por alguém nesse dia ter escondido "chamon" na caixa dele quando a polícia apareceu...
Para a posteridade ficam os limites de velocidade em estrada no Brasil. pelo menos no estado de São Paulo, onde esta foto foi tirada...
Vida calma em Quiririm, a cerca de 100 km de São Paulo.
Até os carros adormece anos a fio...
Compadres na calmaria, em Quiririm.
São Paulo, de raspão, à noite...
Flash de passagem, São Paulo. Pelo menos um cabeleireiro paulista tem nova gerência. E pouco mais fiquei a saber de São Paulo...
Para a posteridade, num dos hoteis por onde passei (São Paulo? Ipatinga Minas Gerais? Camaçari Bahia? Ou mesmo no Rio?)
Bahianas para turista ver, em Camaçari.
Estra na Bahia, perfeitura de Camaçari.
Vem dançar, pô!
O mió mutivo pra vaismecê ler este post é perceber que o português é uma língua viva!
Urubu não falta, no Rio.
O preço dos combustíveis no Rio. O álcool muito em conta. um Euro valia em Março de 2008 cerca de 2,7 reais.
A caminho de Angra dos Reis
Um aviso à navegação, na péssima e muito concorrida ligação Rio - Angra.
Outro aviso...
Trânsito parado para obras num túnel, já ao pé de Angra: não faltam os vendedores ambulantes!
Esperando se tiram fotos...
Marketing avançado, com segmentação de mercado e tudo... Ainda não percebi o lado esquerdo... Eu?
Este amigo, quando me viu a tirar a foto, arrancou furiosamente: estava a ver que o cavalo me entrava pelo vidro do carro!
Perto do Rio, vindo de Angra. Uma cena que merceia outro fotógrafo, outra camera e, já agora, ter parado o carro! Mas são estas assim à desgarrada que sabem melhor...
Na Avenida Brasil, nem se dava pelo trânsito infernal... Que saudades.
Na Avenida Brasil, assim a modos que uma 2a Circular, as pessoas vagueiam com ar perdido.
Não podia acabar as fotos sem o Carocha!