O Papaleguas estilizado, foi o símbolo que eu adotei como marca deste projeto, estamos só começando e ainda temos muitas e muitas legas para "papar" até chegar no Chuí
Lauro, Leonardo e Alex e é claro a Emília
O baú da Emília está arrumado e pronto para enfrentar os duro caminho que separam Oiapoque de Macapá.
Emília desmontada no aeroporto de Belém
Emília desmontada no bagageiro do ônibus que me levou até a cidade de Oiapoque
Emília já montada e o motorista do ônibus que nos levou até Oiapoque
"Estacionamento" de "voadeiras", que em um trânsito intenso levam e trazem as pessoas do lado francês para o lado brasileiro e vice versa.
Tirando uma de turista no lado francês
Foto feita em frente da prefeitura de Oiapoque. A aventura está apenas começando.
Monumento que marca o início do Brasil
Um novo dia está nascendo e com ele a maior de todas as aventuras da minha vida.
58 Km de sobe e desce, a estrada neste trecho é muito boa e bem feita.
Na foto, o amigo Antônio Leandro de Oliveira um dos muitos moradores que tão generosamente me receberam e me deram água.
Uma das muitas ladeiras que tive que subir empurrando
Logo o que era bom acabou e começou um trecho bravo com direito a muito sobe e desce, (ao todo são 300 Km de terra) "reze" para não chover.
Índios Caripunas da Aldeia Aruña.
Graças a generosidade da Cacique Creuza, eu pude passar a noite na aldeia e no outro dia após tomar um banho no igarapé que estava gelado, eu meti novamente o pé na Estrada.
Placa advertindo que se está em território indígna.
Local onde passei a noite
Rio límpido e muito bem conservado, na área indigna.
O índio Auro e sua filha e as coisas do baú espalhadas. É que desmontei o baú para facilitar o conserto da corrente.
Uma das muitas aldeias indígenas que encontrei ao longo do caminho.
Nesta foto dá para vocês terem uma pálida idéia do que é essa estrada.
A Lua e a Estrela da Manhã, quem conhece sabe do por que da minha emoção.
1º do Caissiporé, neste local eu passei a minha segunda noite e montei pela primeira e única vez a barraca de camping.
Restaurante em 1º do Caissiporé. Único local em que se pode comer nesta localidade
Belo rio Cassiporé
Essa família me acolheu generosamente, me deram almoço e permitiram que eu lavasse o meu ferimento e tomasse um bom banho no igarpé deles.
As marcas da cora da bicicleta após a primeira queda, foram quatro no trecho até Macapá e oito quedas no total da viagem
As marcas da presença do ser humano
Vendo o mundo do alto. Notem a estrada lá em baixo e isso após muitas e muitas subidas
Trator trabalhando na estrada.
Ascondiçõesda estrada são terríveis e tive que comer muito pó no trecho de terra
Estou delirando por um banho
às 13:36 h eu finalmente cheguei num arremedo de resturante numa localidade chamada de ponta do Lourenço e lá eu pedi para tomar banho e almoçar
Resturante na localidade chamada de ponta do Lourenço. Tomei banho de cuia.
Devido ao forte calor eu tive uma desidratação severa e mijei sangue. Recebendo reidratação tanto oral como endovenosa
Eu com o Dr. Luis, o médico que me atendeu. Muito obrigado Dr. Luis. VALEU!
Cena urbana na cidade de Calcoene. Calçoene é o local onde mais chove no Brasil, com uma precipitação média anual de 4.165 mm, sendo que em 2000 foram registrados quase 7.000 mm de chuva. Comparativamente chove 3 vezes mais neste município do que em todo município de São Paulo. Entre janeiro e junho foram registradas uma média de 25 dias de chuvas por mais, o que significa que chove praticamente todos os dias.
Deste local saem barcos que vão para Belém carregados de peixes. E de Belém eles chegam no Brasil todo.
Estrada, finalmente estava novamente na estrada!
Uma bela paisagem
Abandono e vergonha. Museu a céu aberto da segunda guerra mundial. E pensar que isto é da areonáutica.
Aeroporto do município de Amapá no Estado do Amapá
Aeroporto de Amapá
Estação do Aeroporto de Amapá.
Ponto de pouso de dirigível
Finalmente depois de mais de 300 Km de terra, voltei a pegar o asfalto.
Homens trabalhando no asfaltamento da estrada.
Parei num mercadinho e comprei uma lata de feijoada e preparei a minha comida.
Esta senhora estava esperando um transporte
Este maranhense é gente muito boa e é o dono do mercadinho onde comprei a lata de feijoada. Ele permitiu que eu tomasse banho e armasse a minha rende enquanto esperava que a temperatura se tornasse menos agressiva
Essa figura, também estava esperando um ônibus
O asfalto era muito bom e olhando o que tinha passado podia ver os montes que já tinha superado, só que com o asfalto o que já era quente ficou insuportável.
Essa figura, tem uma catarata e "consertou" a câmara no tato :-))
Na estrada a gente sempre sabe onde acorda, mas nunca se sabe onde é que se vai dormir. Dormindo em um restaurante de beira de estrada
Limite de Municípios, mais um município que fica na conta dos muitos que já passei até chegar no Chuí.
Agora Macapá começa a ser uma realidade mais palpável e estou só a 100 Km de cumprir a minha meta para essa viagem
Último dia de viagem, um novo dia está nascendo na foto o nascer desse novo dia
As placas indicativas iam passando e dava a impressão que eu não ia chegar nunca em Macapá
Lixão da cidade de Macapá.
Finalmente cheguei em Macapá. A sensação de realização é simplesmente maravilhosa
sofreguidão
Forte de São José em Macapá
Marco Zero com a linha do equador.
O Jornal o Dia de Macapá, noticiou em destaque o meu feito.
Nos fundos da casa do meu grande amigo Chico Terra, onde fiquei alguns dias antes de voltar para Belém.
Aeroporto de Macapá.
Cidade de Macapá
Tive que parar por um ano para lutar ao lado da minha mulher contra um câncer de mama, quando ela estava boa, eu retomei a viagem e sai de Belém no dia 05 de Janeiro de 2009 em direção ao Chuí
Estou na estrada e ainda vou passar por muitas placas até chegar no meu destino final
Dormi no Celeiro que é uma casa de amigos, se você estiver no Pará e passar por lá não deixe de parar que valhe a visita.
Policiais rodoviários federais na barreira de Santa Maria. Muitas vezes ao longo do caminho eles me deram informações preciosas.
Equipe da TV Cultura que me entrevistou na estrada. Eles estiveram em minha casa e também entrevistaram a minha mulher.
Tavares, verdadeiramente um grande amigo, um dos muitos que fiz durante a viagem. Na foto o meu amigo Tavares com a sua esposa. Amigo, valeu por ter te conhecido.
Aurora do Pará
Uma palafita ao lado da estrada
Emília em um quarto em um posto de gasolina. Eles gentilmente me cederam este lugar para dormir, deitei na rede e os carapanãs* quase que me carregam, o repelente não funcionou. Carapanã = Mosquito, pernilongo
Os dias são tremendamente quentes e a estrada é interminável.
Os Moto Taxistas me cercaram e ficaram admirados em ver um "louco" viajando em uma bicicleta tão diferente.
Quem disse que a Amazônia é uma planicie? E bota subida e descida e isso com um calor infernal.
A estrada vista pelo retrovisor da Emília
No Km 12 de Paragominas - Pa eu parei em um PM Box e arrmei uma rede debaixo da árvore para esperar o Sol ficar menos causticante.
O policial do PM Box veio ver a Emília
Este posto de gasolina cobrou-me R$ 2,00 para tomar um banho
Quando ia sair de manhã, eu senti que o pneu estava baixo e aproveitei para verificar e constatei que ele estava furado
Trocar um pneu com o baú da Emília não é uma tarefa das mais fáceis
Borracheiro consertando a câmara da Emília
O asfalto estava ótimo mas o acostamento simplesmente sumiu na areia
Esta figura estava parado no meio de um bambuzal, ele tinha sido roubado e estava sem dinheiro, sem água e sem comida, mas não pensem que ele foi assaltado na estrada. Não! Ele tomou um porre e deram um acorda bobo nele.
Dono de restuarante na beira da estrada, eu falei para ele do problema da figura que tinha sido roubado e ele deu comida para o cara.
E tome asfalto
Ulianópolis no Pará
Chegando em Unlianópolis
Um dos muitos postos de gasolina que eu dormi
Velocidade máxima que atingi no Estado do Pará
Pessoas esperando o ônibus
Mais um dia está chegando ao fim
Esta é uma questão muito séria, são literalmente centenas de fraudas descartáveis jogadas ao longo da estrada.
Dom Elizeu no Pará. Última cidade
Detalhe da cidade de Dom Elizeu
Divisa dos Estados do Pará e do Maranhão
Já no Maranhão.
Ao entrar no Maranhão a paisagem muda
Criança com a barriga inchada pela verminose. Retrato do abandono da nossa gente.
No Maranhão a estrada estava boa, mas o acostamento fica devendo.
Moto taxistas
Intenso movimento de carretas na Estrada em Açailândia
Hotelzinho que eu fiquei em Açailândia, paguei R$ 10,00 para dormir
Cidade de Açailândia no Maranhão
raios
A sair de Açailândia eu tomei a estrada errada e se não fosse a minha paixão por melancias eu teria andado bem mais no caminho errado. Foram 20 Km perdidos (dez de ida e dez para voltar)
Estrada de Ferro da Vale do Rio Doce
Ponto de ônibus no Maranhão
concessionaria
O comandante Figueiredo me hospedou no Corpo de Bombeiros de Imperatriz
As margens do Rio Tocantins em Imperatriz do Maranhão
Almocei neste restaurante.
Rio no Maranhão
Grande obra da prefeitura de Campestre no Maranhão
Chegando em Porto Franco
Apartamento em posto de gasolina.
Andarilho, estava andando faziam 30 dias. Ele estava procurando trabalho nas fazendas.
Divisa de Estados Maranhão/Tocantins
Plantação de Soja no Tocantins
Fazendola no Tocantins
No Tocantins além de pegar um calor infernal, também tive que andar em uma estrada que em vários trechos estava péssima.
Este homem está vivendo a 19 anos na estrada. Ele vive de catar latinhas. Na carrocinha ele tinha dois cachorros.
Em Araguaina no Tocantins
A porcaria do pneu Levou Ruim (levorin) saiu do aro de arame com menos de 500 Km. Se Vc. tem bom senso nunca compre um pneu desta marca que não presta.
Emília em um posto de gasolina
Oficina onde eu comprei e substitui a porcaria do levou ruim.
Detalhe de como ficou a porcaria do Levou Ruim. Vc. tem corragem de comprar uma droga dessas?
Nova Olinda no Tocantins
Detalhe do estoque da oficina. O pneu só não estava mais ressecado porque era um só.
Este mecânico regulou o meu câmbio dianteiro
Dona Maria. Ela tem a cara da minha mãe e deixou um armar a minha barraca no alpendre da casa dela.
Filhote de tamanduá morto na estrada
Professora Terezinha e seus filhos. Pessoas simplesmente maravilhosas.
Este casal me acolheu e me levaram para almoçar na casa deles. Ela estava gerenciando o Posto do Bradesco e ele um Posto de Gasolina, eles são Paulistanos e estavam perdidos em Rio dos Bois.
Carlos, eu o conheci na estrada. Ele estava indo para Rondônia em busca de trabalho.
E pensar que eu fui no Paraíso e nem morri.
Chegando no Paraíso. Pelo calor que estava fazendo até parecia que eu tinha chegado no inferno.
Consegui hospedagem nos Bombeiros. Valeu amigos.
Dormi neste posto de gasolina.
Andarilho estrangeiro (não quis dizer qual a nacionalidade), foi um dos muitos que encontrei na estrada.
Sr. Francisco e sua Esposa D. Aparecida. Se Vc. passar por Aliança do Tocantins e estiver cansado, o hotel dele é uma excelente opção e o melhor foi o preço R$ 10,00
Km 666 e a besta no caso era eu que ia tomar toda aquela chuva que estava se desenhando no horizonte.
Dormindo na minha barraca em um dos muitos postos de gasolina
Talismã, última cidade do Tocantins.
Divisa de Estados Tocantins/Goiás
Mais um dia está nascendo.
Porangatu no Estado de Goiás.
Hotelzinho em Sta. Tereza de Goiás.
Catador de sucatas (latinhas e outras coisas que possam ser recicladas)
Plantação de soja
Tomei um bom caldo de cana e quando perguntei quanto custava, o dono disse que não era nada.
Tinha que decidir, se iria por Brasília ou seguiria por Anápolis
Estrada que me conduziu para Brasília.
Este dormitório custava R$ 10,00 para dormir, não gostei e fui dormir na minha barraca no posto da polícia militar.
Dormi no pátio da policia militar e o melhor é que foi de graça.
Plantação de soja, só sobrou uma árvore. Se desmatam áreas enormes para o plantío de soja para alimentar o gado europeu.
Placa furada a bala
A barra do garfo tinha rompido devido a burraqueira e parei em Taboquinha para consertar.
Pr. Marcelo. Ele é o faz tudo do lugar. Ele é Pastor, serralheiro, fotógrafo, corretor de imóveis e soldador. Foi ele quem consertou o braço do garfo da Emília.
Não é de admirar que entre Padre Bernardo e Braslândia tenha tanta cruz na estrada. A qualidade do asfalto é simplesmente péssima.
Péssimo estado da estrada antes de chegar em Brasília.
Estou realmente bem alto. A altitude por aqui é de cerca de mil metros acima do nível do mar.
Cadê o acostamento?
Chegando no Distrito Federal.
Pense em um cara GENTE FINA, se pensar no soldado Jorge, então acertou.
Chegando em Brazlândia.
Brasília, esta placa suja é bem a cara dos nossos políticos.
Pessoal do Federal Bike de Brasília, foram muito gente, recebi uma doação de um pneu traseiro e uma regulagem na bicicleta.
Eu e o Sérgio de Brasília. Ele tem uma reclinada a Siezta.
Cláudio, um novo amigo, ele não me conhecia e me cedeu generosamente o apartamento dele em Brasília. O que eu posso dizer se não o meu muito obrigado. Valeu!
Saindo de Brasilia.
Andarilho, notem o detalhe do braço dele que estava com uma fratura que não havia solidificado.
Povoado de São Bartolomeu, um lugar perdido no meio do mundo. Simplesmente não está no mapa.
Cristalina, a terra dos cristais.
Este gauchão é gente fina. Ele permitiu que eu armasse a minha barraca no posto de dele e ainda me deu jantar e o café da manhã.
Por de sol no Posto Ponte Alta.
Mais um andarilho, quando perguntei qual era o nome dele, ele disse: Não tenho nome, não tenho nome.
Notem o detalhe do cabelo dele. Por ai não passa um pente a muitos anos.
Coruja morta na beira da estrada, é impressionante a quantidade de animais mortos nas estradas;
Cidade de Catalão.
Uma descida muito louca, na saída do Estado de Goiás.
Divisa de Estados Goiás/Minas.
Rio que divide Goiás de Minas.
Acampado em Barro Branco, ao lado o estábulo das vacas.
Na boa companhia das vacas.
Restaurante Barro Branco em Minas
Mais um adarilho na estrada.
Hotelzinho em Uberlândia, a porta não tinha tranca e do lado de fora tinha uma galera fumando maconha. Eu arrumei um prego e um martelo e preguei a porta pelo lado de dentro.
Tadeu, um mecânico gente fina, ele regulou a Emília e trocou dois raios na roda traseira e não me cobrou nada.
Cidade de Uberlândia.
De Uberlândia eu peguei a estrada para o Prata.
Muito significativa esta árvore.
Fiquei surpreso de encontrar essa plantação de seringueiras em Minas.
Prata em Minas.
Grupo de vaqueiros
Cidade de Fronteira, muito bonita e organizada.
Divisa entre os Estados de Minas e São Paulo
Cidade de São José do Rio Preto. Eu tinha tomado um belo banho de chuva e estava todo molhado.
Pessoal do pedágio. Eles fizeram uma verdadeira festa quando eu passei.
Placa indicando o Rio Tietê
Rio Tietê em um ponto em que ele não é poluído.
Ponte sobre o Rio Tietê
Dormindo em um posto de gasolina na cidade de Lins/SP
Fiquei um dia nesta posada. O pessoal me deu jantar e não cobraram nada pela hospedagem.
Subindo a serra de Marília. As condições do asfalto eram péssimas e tive que subir empurrando a Emília.
Grande cidade de Marília.
Este borracheiro me deu almoço e não cobrou pelo conserto da câmara.
Mais um posto de gasolina.
Plantação de cana de açúcar em São Paulo.
E haja cana...
Divisa de São Paulo com o Paraná.
De pai para filho, eles regularam a marcha da Emília e não cobraram nada.
Mais um andarilho que encontrei na estrada.
Todas as cidades do Paraná ficam dentro de um "buraco" e no outro dia tinha que subir empurrando
Aprendi a encontrar água nas bicas da estrada.
Símbolo do Paraná.
Cidade de Cambará no Pr. é uma cidade de colonização holandesa.
Ponta Grossa no Pr.
Fim de mais um dia e estou chegando em Curitiba.
Sendo entrevistado pela TV. Record saiu no Jornal Nacional deles.
Bondinho no centro de Curitiba.
Em Curitiba.
Curitiba é uma cidade linda.
Foto feita pelo meu amigo Celito. Valeu meu amigo.
Saindo de Curitiba, na frente a cidade de São José dos Pinhais.
O dia estava chuvoso e na descida da serra o pneu traseiro furou, foi um sufoco.
Divisa do Paraná/Santa Catarina.
Joinville.
Joinville
Uma caravela no meio do nada, foi feita para comemorar os 500 anos da descoberta do Brasil. Como se gasta o dinheiro público...
Mais um andarilho na estrada.
Olha o mar. Estou chegando em Meia Praia de Itapema.
Meia Praia de Itapema.
Este "louco" estava viajando com esta bicicleta e este reboque. O que seria do mundo se não fossem os loucos?
Florianópolis vista de Biguaçu.
Biguaçu.
Chegando em Florianópolis.
Florianópolis
Em Florianópolis eu desmontei a Emília e meti no carro do meu amigo Ricardo, pois tinha que subir o morro da Lagoa (ele morava do outro lado do morro.
Este é um grande amigo que fiz na viagem. Lembram do Tavares que me convidou para almoçar na casa dele quando eu ainda estava no Pará? O Ricardo é filho dele e é gente finíssima. Muito obrigado meu amigo, são pessoa como você que fazem vermos que a vida vale realmente apena.
Torre do mercado municipal de Florianópolis.
Rua Felipe Schmidt em Florianópolis
Detalhe do calçadão.
Rua Trajano.
Amolador de facas.
Catedral de Florianópolis
Detalhe da Catedral
Praça XV
Velha figueira na praça XV no centro de Florianópolis
Terminal urbano no centro de Florianópolis
Novamente a Emília no carro do Ricardo, ele me levou até o ponto onde tinha me apanhado.
Eu e a Emília no carro do Ricardo.
Pronto para pegar novamente a estrada
Saindo de Florianópolis
BR 1001, logo depois que se sai de Florianópolis, ela fica uma pista simples e com um trânsito pesado, simplesmente infernal.
Grupo de motocilistas
Com o meu amigo Olavo.
Com a esposa do Olavo.
Ao fundo o carro do Olavo com uma reclinada Zöhrer EXD
Velocidade máxima que eu atingi na estrada. Esta velocidade foi no trecho na descida para Ponta Grossa. Haja Adrenalina.
Fazenda em Sta. Catarina.
Péssimo estado da BR 101
Divisa de Estados Sta. Catarina/Rio Grande do Sul
Já em território gaúcho, estou seguindo pela Estrada do Mar.
Tunel Verde, RS-040
Gaúchos
Acampando em um posto de gasolina na cidade de Palmares do Sul RG
Paguei R$ 8,00 pela diária neste hotel (era o preço normal), muito limpo. Fica no centro da cidade de Mostardas RG.
Lagoa dos Patos
Emília em uma balsa, na travessia de São José do Norte para Rio Grande no Rio Grande do Sul.
Belo arco-íris sobre a cidade de Rio Grande.
Primeira placa indicando o Chuí. A emoção foi muito grande.
Agora estão faltando só 200 Km para chegar no Chuí.
Mais uma vez o a porcaria da Leovirn me deixou na mão. Tive que voltar da Carpilha até Rio Grande para comprar outro pneu.
Alojamento onde fiquei, graças a generosidade do Sr. José
Restaurante do Sr. José. Tive que dormir aqui porque o Levou Ruim me deixou na mão.
Emília sem a roda da frente. Eu tinha desmontado para levar até a cidade de Rio Grande para comprar um pneu novo, deixei a Emília ai e fui de ônibus até lá.
Sr. José e o Alemão
Lagoa Mirim
Estancieiro que me ofereceu um churrasco.
Entrando na reserva ecológica do Taim.
Reserva ecológica do Taim.
Placa enfrente ao prédio da alfândega no Chuí.
A placa diz tudo.
Barra do Chuí.
Farol na Barra do Chuí
Praia da Barra do Chuí
Em frente a prefeitura do Chuí
Com a Vice Prefeita Marilene Bermudez de Lima
Com um pé no Brasil e o outro no Uruguai.
Vendedora ambulante no Uruguai. Notem a elegância dela e que ela usa uma tricileta com veículo.
Foto com o Prefeito do Chuí. Muito obrigado Prefeito Hamilton. Quero agradecer também a acolhida do Secretário de Turismo Esporte e Cultura - Sr. Idilberto Chagas - Tonga
Em terras Uruguaia, eu visitei o forte de San Miguel.
Forte de San Miguel.
Forte de San Miguel (vista interna)
Ponte móvel no forte de San Miguel.
Cidade de Chuy no lado Uruguaio.
Emília desmontada e dentro do maleiro do ônibus que me levou para Porto Alegre.
Com a turma de ciclistas em Porto Alegre.
Na casa do meu amigo Raul.
Com a filha do Raul. Uma família verdadeiramente simpática.
Aeroporto de Porto Alegre visto de dentro do avião.
Porto Alegre vista do alto.
Finalmente em Belém
Estampa da camisa que estou vendendo para viabilizar a minha viagem de bicicleta do Rio até Belém pelo Nordeste. Se você quiser participar do projeto é só entrar em contato. cicloturista@gmail.com