Os campos de cultivo e a aldeia.
As tangerinas do Chão Sobral chegaram a Covas do Monte ...
O Filipe "encarrega" o Vítor Andrade com uma saca de batatas ...
O Zé João à procura do caminho p'ra se ir com as batatas.
Sigam-me, é por aqui.
Restaurante da Associação dos Amigos de Covas do Monte "Disco".
De manhã a saída dos pastores e das "Cabras que nunca mais acabam!" Pelas ruas, vão-se juntando os rebanhos das famílias que fazem pastoreio colectivo.
A caminho do Monte.
Cabras a perder de vista!
Entre as urzes.
Cabras do Monte.
No Domingo, o moinho estava a moer milho e a fazer farinha para irmos fazer a broa, mas teve de parar porque houve uma infiltração de água. Estava a chover ...
Na segunda-feira, deixou de chover, o moinho moeu e bem! E da parte da tarde, do forno do Restaurante saiu uma saborosa broa! Preparada pelos "aprendizes de cozedores de broa de Covas do Monte"!
Os "aprendizes de cozedores de pão de Covas do Monte" vêm inspeccionar o "motor carbono zerro" do moinho - um rodízio de madeira, movido com a água da ribeira, fixo a um eixo de madeira que na parte superior liga à mó em granito. Parece que é simples mas precisa de muita afinação, e para isso está lá o Ti'António.
À porta do lagar de azeite comunitário (que aquela hora ainda não tinha a porta ...) onde acontecem as "formações de reconstrução de lagares"!
Aqui os "aprendizes de reconstrutores de lagares de azeite" aplicam-se a ligar o "fuso" (de madeira) ao "peso" (bloco cilíndrico de granito).
Um pessoal muito atento ...
Bate daqui, empurra dali, puxa p'ra cima e tal ...
O Vítor Andrade diz que "...agora é que vai!"
Garça-real (Ardea cinerea) nos prados de Covas do Monte. É uma ave que frequenta habitualmente zonas húmidas como barragens, ribeiras, rios, prados húmidos, e nesta época do ano pode ser observada por quase todo o país (por ser uma ave parcialmente migratória) - António Monteiro - ICN
Covas do Monte